Archive for janeiro, 2018

1936: Como o mundo vai acabar ?

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Pelos mais variados motivos, ao longo de muito tempo, pessoas acreditam e cultuam o fim dos tempos, o fim do mundo, o apocalipse, etc…

Em 1936, uma tradicional revista, a “Popular Science” contribuiu para alimentar este culto, esta possibilidade. Com a chamada “How will the world end” a reportagem explora com uma boa e técnica linguagem a vulnerabilidade de nosso planeta frente a um “inesperado” evento astronômico catastrófico.

Dizia a matéria:

“Por muitos milhões de anos, nosso planeta transitou em seu sol num tempo tão preciso cuja variação ocorre em apenas uma fração de segundo a cada século. Nosso planeta é sempre “on-time” por todas suas idas e voltas.

Contudo, é bem possível que esta regularidade pacífica possa algum dia ser interrompida por um evento imprevisto que, se ocorrer, provavelmente trará a maior e talvez o final da humanidade, uma catástrofe!

Por meio de experimentos simples, você pode estudar as possíveis maneiras pelas quais a morte do nosso planeta pode vir e mostrar as forças que podem, algum dia, destruir implacavelmente o mundo desamparado. Estranhamente, o caminho que oferece a maior ameaça à terra é exatamente a maneira pela qual a própria Terra surgiu!

Agora, geralmente acredita-se que o material que mais tarde se condensou nos planetas do nosso sistema solar foi desenhado pelo sol em enormes marés de labaredas( e gases), levantadas pela passagem próxima de um outro sol, um sol vagante pelo espaço. Esta passagem pode ter provocado uma colisão, por grandes labaredas de matéria incandescente, de milhões de milhas de comprimento, que foram expelidas para fora de nosso sol. Mais tarde, quando o invasor recuou, o duelo das forças gravitacionais diminuiu e as labaredas em tornos dos sois provocaram uma queda na guerra titânica entre os sois.

Gradualmente, através da condensação e uma captura de pequenas massas por outras grandes, os planetas do nosso sistema solar foram sendo formados com a ajuda das forças e da energia do nosso sol.

De toda esta prole de planetas, um, pelo menos, produziu condições que trouxeram a vida como a conhecemos. O que aconteceu com o outro sol e os seus materiais planetários, nós não sabemos. Ainda pode ser visível através de telescópios poderosos, uma vez que como uma dessas estrelas distantes, com uma variação perceptível ao vermelho observadas pelo espectroscópio nos diz que estão recuando firmemente muito além de nossos cenários solares próximos.

Não temos nenhum meio de saber onde procurar esse outro sol, pois não sabemos em que direção nos deixou. E esse é exatamente o estado de incerteza em relação a uma possível invasão da nossa paz por outro sol errante.

Não sabemos qual é a maneira de procurar a sua possível aproximação. Qualquer um desses objetos distantes que nossos espectroscópios dizem que estão chegando, pelos nossos recursos podem continuar vindo para sempre! Nós não temos como saber.

Alguns astrônomos nos dizem que as abordagens próximas e as passagens de outros sóis são muito raras. Outros pensam que são mais frequentes. Mas uma coisa é certa: o que aconteceu, pode acontecer de novo e se outra estrela que se descubra vindo em nossa direção, estaríamos com enormes problemas, como a Terra nunca conheceu em todo o incontável tempo de sua existência.

Nosso primeiro aviso pode vir quando algum observador ​​percebe que um ponto particular de luz mostra um brilho cada vez maior. Então, como o brilho deste sol que se aproxima continua a crescer, seu caminho se tornaria o principal assunto de estudo para todos os astrônomos da Terra.

Eles teriam muito tempo para traçar seu curso, pois, mesmo com as enormes velocidades com que as estrelas viajam, exigiria muitos anos, talvez séculos, para que o destruidor se aproximasse o suficiente para influenciar os movimentos do nosso sistema solar.

As primeiras “perturbações” causadas pela atração do campo do invasor, naturalmente, afetaria nossos planetas mais externos. Plutão e Netuno, desde que cruzassem suas órbitas, que sofreriam pelo trajeto deste sol que se aproxima.

Se assim for, esses planetas logo se perturbariam, movimentando-se mais devagar; eles não cumpririam mais o cronograma que os astrônomos determinaram laboriosamente de seus movimentos orbitais.

E então, à medida que a influência do visitante sobre o nosso sistema crescesse de forma constante e implacável, deveríamos observar que nossos maiores planetas, Saturno e Júpiter, não poderiam fugir das perturbações.

Nesse momento, boletins diários e horários dos observatórios mundiais seriam notícias da primeira página em todo o mundo. Como a perturbação da família do nosso sistema solar e portanto, da Terra, tornou-se cada vez mais inevitável, devemos ver mudanças surpreendentes na civilização.

E então os astrônomos achariam que nosso vizinho Marte e a própria Terra estariam obedecendo a atração da estrela invasora tanto quanto a de seu próprio sol. A inclinação do nosso eixo polar pode mudar, tornando a navegação pelo sol e as estrelas incertas, perigosa, ou totalmente impossível. Nada, de fato, permaneceria normal, exceto a rotação da terra em seu eixo.

O clima do mundo inteiro se tornaria ferozmente tórrido, devido aos raios quentes de dois sóis em vez de um. Em uma chama de luz solar contínua e implacável, mesmo a noite e o dia podem deixar de existir. E, finalmente, as grandes marés de labaredas e gases dos dois sois ferozmente contundentes vaporizariam todos os planetas, incluindo os nossos, à medida que a água desapareceria em num cenário de fornalha extremamente quente.

Mas isso aconteceria a um mundo já desprovido de vida, pois, muito antes do cataclismo final, deveríamos ter perdido a consciência na atmosfera escaldante, e campos, córregos e mares teriam secado e desaparecido, vaporizados!

O tamanho das labaredas e vento solar que seriam expelidas por ambos os sóis, seriam inimagináveis. Parece cintilante e pequeno numa fotografia, mas é mais de um quarto de milhão de milhas de altura, mais do dobro da distância da nossa terra à lua!

É bastante concebível que uma aproximação do visitante seja o suficiente para vaporizar a nossa terra, pois deve-se lembrar que todos os nossos planetas foram formados a partir de injeções de matéria, e que Plutão, o mais distante, está agora 4.650.000.000 milhas de nosso sol presente.

Tal como, para esta possibilidade de catástrofe mundial, agora vamos investigar brevemente uma outra maneira em que o fim da nossa terra pode acontecer.

Neste caso, o destruidor não seria um intruso do exterior, mas um membro da própria família do sol – uma das várias centenas de planetas menores, ou “planetóides”, a maioria dos quais gira em torno do sol nas órbitas entre os caminhos de Marte e Júpiter. O que eles fazem, mas não todos, é conhecido pelos astrônomos há muito tempo, e foi surpreendentemente provado nos últimos meses.

Na verdade, apenas alguns meses atrás, um desses planetóides atravessou o caminho da terra, apenas a 1.500.000 milhas, um mero nada, considerando o que são as medidas astronômicas.

A aproximação desse planetoide não descoberto e desconhecido não foi detectada, porque veio da direção do sol irradiante. Apenas depois que alterou sua órbita é que foi descoberto e seu caminho traçado por astrônomos.

É a aproximação que a trajetória desse planetoide selvagem faz para a órbita da Terra que obrigam os astrônomos especulem um pouco ansiosamente sobre as viagens de retorno esperadas no futuro. O plano de sua órbita se inclina a apenas cerca um grau e meio para em relação ao plano da órbita terrestre, que atravessa duas vezes em cada revolução (ida e volta).

O “ano” do planetóide ou o período de sua revolução ao redor do sol, é igual a duas vezes e meia dos nossos anos. Onde a Terra estará no seu curso no momento do próximo retorno do planetoide errático? E o próximo, e o próximo?

Em sua última passagem em fevereiro passado, a Terra e o planetoide eram um pouco como dois automóveis – um dirigindo-se a um estacionamento, portanto lentamente e o outro atravessando uma ponte sobre este estacionamento, portanto rapidamente.

Os astrônomos agora estão se perguntando se, em alguma trajetória bem sucedida em toda a órbita terrestre, a passagem segura pode se tornar um cruzamento perigoso!

Se isso acontecer, e os dois planetas chegam lá juntos, talvez não haja ninguém na Terra para contar a história. No mínimo, haveria destruição grandiosa em alguma parte do mundo!

O modelo, feito de fio rígido e fotografado em duas posições, mostra quão leve uma mudança nas inclinações das duas órbitas pode preparar o cenário para a maior catástrofe da Terra.

É mesmo concebível que a recente passagem próxima do planetoide acima da Terra já o tenha desviado para mais perto do plano da órbita terrestre. O experimento ilustrado acima, com um ímã e uma esfera, mostra como essa deflexão pode ser causada pela forte atração da Terra ao planetoide muito menor.

Que grandes meteoros, ou, possivelmente, planetóides, que atingiram a Terra no passado, são revelados pelas enormes crateras que ficaram em alguns pontos da superfície terrestre. O exemplo mais conhecido é no Arizona, e foi produzido em um momento desconhecido no passado. Outra colisão, causada por um meteoro gigante ou um pequeno asteroide, ocorreu na Sibéria. O impacto aparentemente vaporizou o projétil por conta da grande explosão, que ampliou e queimou uma floresta de grandes árvores por uma distância de cinquenta milhas em todas as direções!

Embora as chances sejam extremamente pequenas, o retorno do planetóide coincidindo exatamente com a presença da Terra em um dos pontos onde seu caminho cruza o nosso, devem ter suas atividades futuras monitoradas.

Sua trajetória não conhecida nos faz questionar quantos mais do seu tipo estão por aí trafegando por todo o sistema solar. Mesmo agora, podemos realmente estar nos aproximando de outro cruzamento perigoso! “

Esta era então a visão destes aspectos astronômicos que poderiam resultar no fim do mundo naquela primeira década do século 20. É claro que se olharmos os dias atuais, há muito mais tecnologia do que telescópios tradicionais e espectroscópios para descobrir e analisar estes fatos, embora a própria NASA se surpreende com asteroides e/ou planetóides que aparecem sem terem sido descobertos por exemplo a tempo de alguma ação global.


Se o autor da Popular Science, Gaylard Johnson, pudesse ter este vídeo em mãos em sua época, certamente se encantaria em ver suas considerações no artigo se materializarem com elevado nível de precisão.


Temos disponíveis vários registros publicamente mostrando quedas e passagens de objetos em nosso campo de visão, além de outros fenômenos amplamente documentados por amadores e profissionais, principalmente nas redes sociais e nas Hosting Clouds, e este fato relatado em 1936, embora não único ajuda a reacender polemicas sobre um mesmo corpo cósmico conhecido como Planeta X, Nibiru, Hercólubus ou Red Kachina, ou do fato de nosso Sol ter uma irmã (sistema Nêmesis, anã marrom ou vermelha) que o coloca num sistema binário.

A teoria da existência do sistema Nêmesis, uma anã marrom ou vermelha com Nibiru em sua orbita, é presumidamente a ideia que foi retratada em 1936 pela Popular Science e que tem sido alvo de polêmica entre muitos.

De um modo geral, esta matéria de 1936 desta conceituada publicação, se alinha perfeitamente com as teorias e observações que são feitas na atualidade e “reflete tanto lá como cá” um grande culto a teorias e suspeitas de como acabaremos, certamente num evento gigantesco, que pouco controle teremos….


Bibliografia/Matérias similares e relacionadas:


São Paulo, 464 anos…

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No próximo dia 25 de janeiro a grande cidade chega em mais um aniversário.

Acima o cenário retratado em óleo sobre tela de Benedito Calixto, onde a capital paulista foi fundada em 1554. Abaixo as torres do Brooklin paulista nos dias atuais.

Certamente os jesuítas Manoel da Nóbrega e José de Anchieta quando se instalaram no planalto de Piratininga para desenvolver seu trabalho de catequização dos índios não imaginavam no que este local se transformaria.

Num ponto elevado cercado por duas bacias de várzea a dos rios Anhangabaú e do Rio Tamanduateí, há 464 anos, os dois jesuítas aventureiros celebraram a primeira missa e iniciaram a construção do famoso colégio que marcou o início do povoado de Piratininga, que em 1560, ganhou o status de vila, sendo oficializada pela Coroa Portuguesa como uma cidade em 1815.

De lá para cá, de Anchieta a Dória, atual prefeito, tudo se transformaria, não de uma maneira normal, mas algo que historiadores e pesquisadores tentam explicar continuamente, numa excepcional metrópole, cidade global, centro cultural e financeiro cuja influência excede em muito seus limites geográficos.

De ponto irradiador dos bandeirantes, que tinham como objetivo explorar o interior do país, capturar índios para escravizá-los e encontrar pedras e metais preciosos, e que foram responsáveis pela expansão dos limites do Brasil, isto foi um dos aspectos alavancadores do espírito de empreender, crescer, influenciar, com muito trabalho, a formação da civilização paulista e paulistana.

As transformações ocorreram de maneira rápida e muitas vezes aos atropelos, influenciados por vários cenários ao longo desses 464 anos, como alguns já relatadas por este blog. Do pequeno povoado em 1554, uma monstruosa cidade, que se associada geograficamente a várias outras periféricas, formando a região metropolitana, tornou-se uma das maiores aglomerações do planeta.

Se de um lado o progresso propiciou grandes feitos, por outro trouxe muitos problemas que ao longo das últimas décadas, tenta-se resolver com algum relativo sucesso. Já não é mais uma selva de pedra cinzenta, úmida pela garôa do planalto, múltiplas cores fazem parte do novo perfil da cidade, o verde depois de muitos investimentos, voltou com seus mais de 100 parques e áreas de preservação, entre elas o Parque da Cantareira, reconhecida recentemente como a maior floresta nativa urbana do planeta, de onde atualmente e infelizmente ressurgiu um novo surto de febre amarela silvestre que hoje tornou-se um dos desafios da cidade.


Com a tecnologia de drones e com os recursos de “time-lapse”, a cidade é retratada em todos ângulos e por muitos, amadores e profissionais que amam a cidade nestes seus 464 anos.


A influência de várias culturas vindas de outros estados e países do mundo, tornou a cidade um caldeirão de diversidades influentes no seu cotidiano. Emigrantes e imigrantes continuam a chegar na metrópole, que se tornou por vários motivos ponto a atração de pessoas, empresas, negócios, pelas suas oportunidades, por seus serviços, por sua infraestrutura, seu clima e localização, etc., etc…

Todas essas culturas aqui instaladas, convivem nos seus 12 milhões de habitantes num conturbado meio urbano, que ainda recebe ao ano 15 milhões de visitantes brasileiros e estrangeiros, para explorar seus museus, parques, negócios, compras e eventos de toda ordem. Este conturbado cenário, é claro produz relação de amor e ódio de alguns, afinal nossa mobilidade urbana é deficitária, mas nem por isto deixa de transportar quase 8 milhões de passageiros por trilhos, outros milhões em ônibus diariamente ao mesmo tempo com a frota de 7 milhões de veículos .

Apesar disto tudo, com ações e obras, muito do cenário catastrófico mudou, já não somos destaque mundial em poluição, nosso transito urbano, apesar de caótico, não é mais um dos piores do planeta como já foi um dia, mas muito ainda falta por fazer.

Nestes últimos anos, quando poderíamos andar com maior rapidez na busca de melhoras, a cidade como país foram assolados por uma crise econômica, atrelada a um caos político de escândalos e corrupção, por uma desastrosa administração petista nestes últimos 4 anos, que ainda influencia muito este primeiro ano da nova gestão da prefeitura, por inúmeras obras de mobilidade urbana andando vagarosamente ou paradas, pois a crise econômica promoveu perdas de arrecadação e os financiamentos oficiais também minguaram, gerando comprometimentos dos contratos e dos projetos.

Um dos destaques da imensa cidade é sua verticalização. É a 3ª maior do mundo em edifícios num ranking de 2014 (atrás apenas de Hong Kong e NY). Com esta grandeza certamente grandes arquitetos ajudaram a construir a arquitetura paulistana. Constantemente são referenciados, e a arquitetura se renova constantemente sem esquecer os estilos do passado e sua conservação. Com muita frequência se escreve sobre isto, como recentemente o lançamento do livro São Paulo nas alturas:



Mas afinal 464 anos entre altos e baixos, não fazem a metrópole perder a garra e o dinamismo, pois continua incansavelmente buscando ser a cidade que satisfaça seus moradores e visitantes. Em quanto isto a metrópole que amamos continua a colecionar números e estatísticas impressionantes.

São Paulo é uma cidade para todos os gostos, todos os estilos, todas as profissões. Fascinante !!, São Paulo é uma metrópole superlativa em tudo, inclusive na diversidade.

Efervescente caldeirão de estilos e culturas onde convivem pessoas de mais de 190 nacionalidades, é também um grande centro de entretenimento:

São mais de 140 teatros, 115 centros culturais e 158 museus, além de inúmeras casas noturnas dos mais diversos estilos para uma das noites mais agitadas do planeta. Sem falar nas compras, com cerca de 82 shoppings e dezenas de ruas de comércio especializado.

E na gastronomia, há mais de 20 mil restaurantes, com 52 tipos de cozinha de todas as partes do mundo. Por motivos assim, vale muito a pena descobrir esta cidade global, repleta de conhecimento, tendências, cheiros e cores.

Seja qual for o estilo, a cidade tem muito a oferecer. São Paulo é feita sob medida para todos e tudo.

Experimente, descubra, aguce seus sentidos e surpreenda-se nesta cidade que é do mundo!

São Paulo é a segunda maior consumidora de pizza no mundo, perdendo apenas para Nova York. Em média, são feitas 720 pizzas por minuto.

  • Outro índice que prova que os paulistanos são realmente “bons de garfo”: por dia, é que são produzidos 10,4 milhões de pães nas mais de 3.200 padarias existentes em São Paulo.
  • Ainda no quesito alimentação, um dos maiores símbolos da cidade de São Paulo é o sanduíche com 300 gramas de mortadela. Vendido no Mercado Municipal, num dos locais mais procurados para quem ama esta iguaria que é o Bar do Mané, vende por mês quase 3 toneladas de mortadela.
  • 30 mil bares completam os números e atendem todo estilo de entretenimento.

Mas, São Paulo não é só a terra da gastronomia. Muita gente encontra em São Paulo a oportunidade de viver melhor. Olha só:

  • O único ginásio de sumô fora do Japão está em São Paulo, no bairro do Bom Retiro.
  • As maiores comunidades de japoneses, libaneses, italianos e portugueses fora de seus países também está localizada na cidade de São Paulo.
  • Existem populações indígenas vivendo em São Paulo. Pertencentes a tribo guarani Krukutu, estas populações vivem nos bairros de Parelheiros e no Parque do Jaraguá.

O trânsito de São Paulo é conhecido por ser um dos mais caóticos do país. Isso se justifica pelo volume de pessoas que circulam na cidade e adjacências.

Só para exemplificar, com mais de 7 milhões de automóveis circulando pelas ruas da cidade, São Paulo tem hoje 20 milhões de habitantes.

  • A maior frota de helicópteros do planeta está em São Paulo: 411, no total.
  • Diariamente, cerca de 3,5 milhões de pessoas passam pelas linhas de metrô.
  • Pelos demais trens, cerca de 3.0 milhões/dia
  • Só na rua 25 de março passam, em média, 450 mil pessoas por dia. Em datas comemorativas como Natal e Dia das Mães, carnaval, etc., este número salta para 1 milhão ou mais.
  • A rua Oscar Freire é considerada uma das ruas mais luxuosas do mundo.
  • 1400 linhas de ônibus, aproximadamente, circulam nos ônibus do sistema de transporte público transportando cerca de 3 bilhões de passageiros por ano.
  • A frota de táxi é composta por 110 mil veículos.
  • Na Avenida Paulista circulam 4200 carros por hora, em horários de pico.
  • O Aeroporto de Cumbica um dos que atende a cidade é o mais movimentado do Brasil e do hemisfério Sul. É hub aéreo do Brasil e sul americano e porta de entrada do Brasil.
  • 16% dos 15 milhões de turistas são estrangeiros, notadamente norte-americanos, europeus e sul americanos.
  • 12 bilhões de reais em movimentação turística/ano.
  • Na promoção de eventos é o 1º disparado no Brasil e 6º das Américas

E claro, não podemos deixar de falar do cenário cultural e artístico em São Paulo, não é mesmo? Além de ser a cidade com maior número de boates do mundo, São Paulo é sede de grandes eventos culturais como a Bienal do Livro, Virada Cultural, Mostra Internacional de Cinema e Anima Mundi. Há também outros eventos de lazer como a Formula 1, eventos de competição esportiva, grandes festivais de música e teatrais, parada LGTB…

É um fato, São Paulo, odiada por alguns e amada por muitos é a cidade onde todos os sonhos podem se realizar.

Anchieta e Nóbrega lá em 1554 jamais poderiam imaginar onde chegaria seu pequeno vilarejo, e com certeza se sentiriam impressionados.

Obrigado, São Paulo, por nos inspirar a crescer. Por ser nosso modelo de grandeza e prosperidade e inspiração. Vida longa São Paulo e:



Bibliografia/Fontes

Videos:

  • Vinheta TV Cultura (0:00-0:29)
  • Urbancityscapes (0:30-3:37)
  • Doidrone (3:38-4:35)
  • Caneca Produções (4:36-8:09)
  • Voei meu Drone (8:10-9:02)
  • Drone Mavic pro (9:03-12:09)
  • TV Gazeta, os números de SP.

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