Posts tagged Palacete Santa Helena

O maior atropelamento do Metrô de São Paulo…

2

A expansão brutal de São Paulo, a partir da segunda metade dos anos 50, foi a responsável por transformações tão rápidas quanto questionáveis, sobretudo no tocante ao mobiliário urbano.

A pressão do progresso da megalópole que se impunha, tendo como pano de fundo o ainda “Plano Avenidas” do Prefeito Prestes Maia, e o estrangulamento da mobilidade urbana, impulsionaram uma verdadeira realocação dos espaços da cidade, e quando este não existia, “arrumava-se” demolindo o que estivesse impedindo.

Neste cenário voltemos nossa visão lá pelos anos 70 do século passado, à região central onde tínhamos duas enormes Praças, Sé e Clovis Beviláqua. A praça da Sé certamente a segunda região central que mais sofreu transformações, superada apenas pelo Vale do Anhangabaú, se tornou um “obstáculo” para que se realizasse uma estação de Metrô de cruzamento de duas linhas ao mesmo tempo, (Norte-Sul e Leste-Oeste), em níveis diferentes e de tal grandeza que também obrigou a Praça Clóvis Beviláqua a dar sua parte no sacrifício.

As duas linhas “rasgariam” os subterrâneos da área central sem dó, mas especificamente onde havia as 2 praças o choque seria muito maior. Era preciso derrubar muitas edificações para prover aquela que seria a maior e mais movimentada estação do sistema do metropolitano na cidade.

E elas num total de 20 edificações, margeadas pela própria Praça de Sé, Rua Santa Tereza, Rua F. Oliveira e Rua 11 de Agosto (Praça Clovis Beviláqua), foram ao chão sem dó. Eram construções de várias épocas, altura, largura, inclusive a maior delas, um dos símbolos da transição europeia-norte americana da cidade, o Edifício Mendes Caldeira, e o símbolo de uma nobreza esquecida, o palácio Santa Helena. Um retângulo urbano de aproximadamente 25.000 m² foi posto ao chão sem dó, mas com protestos, ato que nos dias de hoje seria uma insanidade.

Mapa ilustrativo das duas praças, a esquerda Praça da Sé, e à direita, a Praça Clóvis Beviláqua, num cenário dos anos 50 e 60. O retângulo marcado irá desaparecer, e onde estão os principais ícones, O Edifício Mendes Caldeiria e o Palacete Cine Teatro Santa Helena.

Mapa ilustrativo das duas praças, a esquerda Praça da Sé, e à direita, a Praça Clóvis Beviláqua, num cenário dos anos 50 e 60. O retângulo marcado irá desaparecer, e onde estão os principais ícones, O Edifício Mendes Caldeiria e o Palacete Cine Teatro Santa Helena.

Na praça da Sé além da própria Catedral, um terminal de ônibus existia que atendia várias regiões, especialmente a Zona Leste e Norte.

A praça da Sé em 1965, área central bem movimentada funcionando também como um terminal de ônibus. A esquerda o famoso edifício de 30 andares, com a torre símbolo da Mercedes Bens, e seu vizinho não menos famoso, o Palacete Santa Helena.

A praça da Sé em 1965, área central bem movimentada funcionando também como um terminal de ônibus. A esquerda o famoso edifício de 30 andares, com a torre símbolo da Mercedes Bens, e seu vizinho não menos famoso, o Palacete Santa Helena.

A praça Clóvis Beviláqua vizinha da Sé, tinha belos jardins centrais antes dos anos 50, contudo aos poucos também acabou se tornando um terminal de ônibus e bondes durante os anos 50 e parte dos anos 60, até ser remodelada:

A praça Clóvis tendo ao fundo o ícone do Palácio da Justiça, alinhado com a Catedral em sua vizinha Praça da Sé. Os jardins eram um dos mais belos da cidade no inicio do século 20, contudo devido ao crescimento da cidade acabou também perdendo seus belos jardins e se tornando um enorme terminal de ônibus e bondes. Vê-se ao lado direito os fundos dos Palacete Santa Helena, onde funcionou por muitos anos a Escola Técnica de Comércio de São Paulo. Esta localidade na realidade é a Rua 11 de Agosto que margeia a Praça Clóvis.

A praça Clóvis tendo ao fundo o ícone do Palácio da Justiça, alinhado com a Catedral em sua vizinha Praça da Sé. Os jardins eram um dos mais belos da cidade no inicio do século 20, contudo devido ao crescimento da cidade acabou também perdendo seus belos jardins e se tornando um enorme terminal de ônibus e bondes. Vê-se ao lado direito os fundos dos Palacete Santa Helena, onde funcionou por muitos anos a Escola Técnica de Comércio de São Paulo. Esta localidade na realidade é a Rua 11 de Agosto que margeia a Praça Clóvis.

Todas as construções que separavam a Praça Clóvis da Praça da Sé foram demolidas por processos convencionais, exceto o Edifício Mendes Caldeira, um edifício modernista alto com o logotipo da Mercedes giratório no topo que foi implodido em 16 de novembro de 1975, um domingo. Foi a primeira implosão em São Paulo, e uma das maiores do mundo, do majestoso edifício que foi construído por Wilson Mendes Caldeira Junior, para homenagear seu pai, e fundador da Bolsa de Imóveis de São Paulo.

O Edifício teve uma vida muito curta, pois sua conclusão foi em 1963, e em 1975 ele veio abaixo em 8 segundos, num espetáculo que parou a cidade, dinamitado com 500Kg de explosivos. Por ser uma construção muito elevada virou “case” de engenharia em técnicas de implosão:



Já o Palácio cine-teatro Santa Helena, tinha uma história muito maior e mais rica. Situado ao lado esquerdo de quem tem a Catedral ao fundo, ele era um prédio de uso comercial misto, com o cinema e o teatro que ficavam na parte central do edifício, localizando-se no térreo e no primeiro andar. O conjunto possuía três planos: no térreo era a sala de espera, fumoir, platéia e frisas; já no primeiro pavimento eram os camarotes e no segundo, as galerias.

Fazia parte também no subsolo um salão chamado “Salão Egípcio” que era destinado, inicialmente, para festas, banquetes e variedades sociais da época.

Era um dos mais belos projetos do arquiteto Italiano Corberi cuja construção começou em 1921 e sua inauguração se deu em 12 de novembro de 1925. Na década de 30 sediou ateliês dos pintores Francisco Rebolo, Di Cavalcanti, Mario Zanini, Alfredo Volpi, Clóvis Graciano, Manuel Martins, Aldo Bonadei, Penacchi e outros, cujo lema era romper com as regras do academismo e retratar temas do cotidiano popular, vindo a serem conhecidos como o “Grupo do Santa Helena”. Também foi sede Partido Comunista, razão pela qual foi invadido e expurgado pelos agentes do Estado Novo.

O Palacete Santa Helena teve como proprietário o Sr. Manuel Joaquim de Albuquerque Lins, o ex-presidente do Estado de São Paulo, e o nome “Helena” foi uma homenagem a sua esposa junto com o “Santa” por motivação da presença próxima da Catedral da Sé, onde se aglutinavam muitos religiosos.

Veja a parte interna do Teatro Santa Helena (Fonte: L´illustrazione Italiana – 07/1926):

A estrutura do teatro, era considerada uma sala de espetáculo de grande porte, tinha capacidade total próxima de 1816 assentos, uma platéia com 27 metros de vão, com capacidade para 680 pessoas, 36 frisas e 42 camarotes.

Com o “boom” do cinema na cidade, o teatro também se tonou cinema, dando desta forma um formato cine-teatro para o empreendimento. Não demorou e o Salão Egípcio, no subsolo, foi também transformado num cinema menor, o Moulin Rouge, fundado pelo exibidor de películas Caruggi.

Por tudo isto teve participação ímpar na vida cultural da cidade, e foi junto com outras construções de perfil europeu e as de Ramos de Azevedo um ícone patrimonial da arquitetura, do século passado.

Mas o período de glória duraria pouco. Após alguns anos, a maioria dos artistas tinha deixado o prédio, assim como os sindicatos, que ganharam sedes maiores. As sucessivas alterações no projeto, acrescentando pavimentos, mostraram um ritmo acelerado do processo imobiliário na época, como as pressões por um padrão mais vertical, por exemplo.
Com os herdeiros de Manuel Joaquim de Albuquerque Lins e Helena de Sousa Queiróz, o Santa Helena perdeu seu foco de empreendimento rentável e no no auge da crise dos aluguéis e da Lei do Inquilinato de 1942, foi vendido ao IAPI (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários) em 1944.

Com isto, a trajetória do edifício, ao mesmo tempo em que encerrou páginas expressivas da história política, social, cultural e artística de São Paulo até os anos 40, revelou, no segundo pós-guerra, a crise e as transformações sofridas pelo Centro Velho, sua popularização e decadência e por fim, as intervenções de tom modernista da década de 1970, que vieram a sacrificar o Santa Helena de vez.

O Palacete em seus dias de decadência (1971), tento ao lado o majestoso Edifício Wilson Mendes Caldeira

O Palacete em seus dias de decadência (1971), tento ao lado o majestoso Edifício Wilson Mendes Caldeira

Suas salas de cinema passaram a exibir produções baratas atraindo pessoas de baixo poder aquisitivo. Os conjuntos de escritórios eram alugados para os ocupantes mais diversos. Um deles ofereceu um curso de madureza – o Educabrás – que ocupou parte do edifício nos anos 60, o Salão Egípcio no subsolo transformado no cine Moulin Rouge, acabou virando o Cinemundi, exibindo filmes pornôs em seus últimos dias. Ficou famoso a ponto de mudarem seu nome para Cine-imundi, já que durante as sessões até atos sexuais existiam.

Embora existissem órgãos de proteção na época, faltava recursos e empenho para dar um novo rumo a situação, quando então em 1971 foi comprado pela Companhia do Metropolitano e demolido, junto com os demais edifícios da mesma quadra, com o propósito de dar espaço a futura estão metroviária.

O inicio da demolição do Palacete Santa Helena foi em 23 de outubro de 1971 e depois de 117 dias de marretadas, desapareceria para sempre do cenário da cidade de São Paulo.

Com a demolição de todas as edificações do retângulo separador das praças, a Estação Sé surgiu e a Praça da Sé foi ampliada restando a Praça Clovis Beviláqua um “cantinho” na Rua Anita Garibaldi, no outro extremo da nova Praça da Sé.

A “nova” Praça da Sé, incorporando a Praça Clóvis Beviláqua, 39 anos depois

A “nova” Praça da Sé, incorporando a Praça Clóvis Beviláqua, 39 anos depois

Não deixa de ser questionável, embora a estação do metrô exigisse um espaço maior, por que não se tentou conservar e recuperar pelos menos estas duas construções, já que as linhas e demais estações da área central, encontram também grandes edificações e não foi tão dramático fazê-las.

Afinal se transformamos uma decadente estação de trem como a Julio Prestes, em uma das melhores salas de concertos do mundo, poderíamos muito bem transformar o Santa Helena numa bela Estação de Metrô, não ???

Numa parábola, o Metrô promoveu um grande atropelamento, talvez o maior de sua história!


BIBLIOGRAFIA:

  • Campos, Candido Malta e Junior, José Geraldo Simões – Palacete Santa Helena: um pioneiro da Modernidade em São Paulo, São Paulo – SENAC Imprensa Oficial do Estado – 2006
  • Imagens: Acervo pessoal, Arquivo Histórico do Estado, Cia. do Metropolitano, Internet

atropelamento

 

A remodelação da Praça da Sé

0

Como presente para a cidade de São Paulo nestes 459 anos, o PreservaSP, em seu boletim de nº 22, nos apresenta este magnífico resgate da história de um dos locais mais emblemáticos da cidade de São Paulo, que é a praça da Sé, local de muitas tranformações que acompanhou a expansão da cidade da Vila até os dias atuais. Segue então por cortesia, na íntegra o Boletim contando esta rica história.


😀 A cidade de São Paulo fundada em 25 de janeiro de 1554 por um grupo de jesuítas em local conhecido como a ”colina histórica”, região que compreende o vale do Anhangabaú à Praça da Sé. A Sé ou Praça principal da cidade era ocupada por duas igrejas muito próximas: a de São Pedro com duas torres e a Igreja da Sé propriamente dita estava onde hoje se encontra a estátua de Anchieta. Já a Igreja de São Pedro, conhecida também como São Pedro da Pedra estava localizada precisamente onde hoje esta o prédio da Caixa Econômica Federal com suas imponentes colunas negras. Não existem registros exatos de sua construção, mas há menções de 1740 para a Igreja de São Pedro localizada no largo da Sé.

Historicamente o primeiro registro da Igreja da Sé, ou Igreja Matriz é de 1558 ficando pronta apenas no ano de 1616. Em ruinas em 1754 foi edificada uma nova Igreja no local, com torre do lendário escravo Joaquim Pinto de Oliveira, a quem chamavam pela alcunha de “Thebas”, mestiço e escravo alforriado, exímio artífice da construção da qual existem poucos registros. Tanto a Igreja de São Pedro como a da Sé passariam por reformas no período que vai de 1869 até 1871. Após as reformas a praça receberia iluminação a gás em 1872 e em 1873 o espaço receberia calçamento.

Como centro religioso e social da cidade havia ainda aos fundos da hoje catedral o Teatro São José edificado em 1868. O lançamento da primeira pedra para a construção do São José ocorreu em 07 de abril de 1858, segundo crônicas da época, com grande pompa e festejos, e destruído por um incêndio na noite do dia 15 de fevereiro de 1898. Ao lado, havia ainda a Praça Clóvis Bevilácqua, e o corpo de bombeiros ali instalado em 1885.

21_01

Fig.1 – Largo da Sé (1862), vista da Antiga Catedral (demolida), a partir da Rua Direita com a Rua 15 de Novembro.

21_02

Fig.2 – Largo da Sé (1880), com Lampiões a gás e calçamento recente, em destaque (à direita), Catedral da Sé (demolida em 1911 para a reconstrução da nova praça da Sé) e à esquerda Igreja de São Pedro.

21_03

Fig.3 – Vista lateral da Igreja de São Pedro da Sé, 1887.

21_04

Fig.4 – Largo da Sé em 1890 com destaque para a Igreja São Pedro.

21_05

Fig.5 – Antiga Catedral da Sé, 1907.

No inicio do século XX importantes mudanças sociais e urbanísticas na cidade fariam com que o espaço compreendido entre a Rua direita e o Largo da Cadeia localizado na entrada do Bairro da liberdade fosse totalmente modificado e demolido para implantação de uma área para uma nova catedral. Ao todo desapareceram dois quarteirões, diversas ruas, e as imponentes igrejas.

Em 1934 seria implantado na praça o Marco Zero da cidade e a nova Catedral em estilo Neogótico pelo alemão Maximiliam Helm, embora iniciada quando da demolição das igrejas coloniais, foi concluída apenas na década de sessenta.

Alguns anos mais tarde novos remanejamentos, agora para a implantação do Metrô, faria desaparecer um prédio chamado Santa Helena, importante ponto artístico da cidade.

Desde então a praça sem o imponente edifício e a Catedral em destaque é alvo de diversos eventos políticos como a campanha das Diretas para presidente em 1984 ratificando a tradição de centro de eventos e comemorações importantes.

À época da Ditadura militar e consequente desinteresse sobre a importância do patrimônio no valor de edifícios históricos perdemos importantes marcos da nossa cultura; sejam na arquitetura colonial e mesmo na modernidade dos anos de 1920 quando o edifício foi construído. Hoje, com certeza, teríamos uma avaliação mais adequada se estivéssemos diante de uma reestruturação urbana do porte que foi a transformação do espaço da Praça da Sé embora em alguns casos graves o poder público ainda negligencie a valorização de nosso patrimônio.

21_06

Fig.6 – Praça da Sé 1927 – a nova Catedral em construção (no centro), a esquerda o Palacete Santa Helena

21_08

Fig.7 – Construção da Catedral da Sé, 1952.

21_10

Fig 8 – Catedral da Sé, em 1962.

21_09

Fig 9 – Praça da Sé (1984), transformada em palco político para as Diretas-Já.

21_14

Fig 10 – Catedral da Sé vista do metrô, 2011.

21_15

Fig 11 – Vista da Catedral da Sé, 2012.


O Palacete Santa Helena

Inaugurado em 1922 na emblemática Semana de Arte Moderna, o edifício é um marco dentro da arquitetura e até da própria cultura paulistana. Em estilo eclético o Palacete Santa Helena dominava, em altura e área construída, a Praça da Sé e nele se localizavam lojas, escritórios, ateliês e um belo cine-teatro frequentados pela elite paulistana. Sua proximidade com o Pátio do Colégio, berço da cidade e o Palácio do Governo favoreciam o encontro da elite politica e social. O Grupo Santo Helena, formado por Alfredo Volpi, Humberto Rosa, Clovis Graciano, Manoel Martins, Fulvio Pennacchi, Alfredo Rizzotti, Mario Zanini e Rebolo nasceu em meio às discussão dos intelectuais e ás transformações sociopolíticas da Revolução de 1930. Produções Hollywoodianas e apresentações teatrais eram comuns em seu cine-teatro com belíssima cúpula pintada por Adolfo Fonzari. Construído com a inovação à época do cimento armado possuía guarnições exclusivas em Art Noveau, frisas e balcões adornados com musas das artes e pinturas esmeradas. Do livro, Palacete Santa Helena, um pioneiro da modernidade em São Paulo, destacamos o seguinte trecho:

Há nos desenhos da fachada indicações para revestimento de granitos naturais brancos, colunas de granito vermelho, capitéis e incrustações de bronze, balaústres de cimento, relevos de argamassa, gradis de ferro batido e inúmeras esculturas, indicando o grande número de profissionais que colaboraram para o resultado final. (Campos; Simões Junior. Senac, 2006).

Abandonado gradativamente pelos artistas e escritórios de intelectuais, devido principalmente a gradativa deterioração do centro velho e da cultura, foi entrando em franca decadência até que em 1969 o metrô entra com proposta de construção de uma estação central denominada naquele momento de Clóvis Bevilacqua e o edifício é demolido, e diante disso a praça é novamente remodelada.

21_13

Fig 12 – O Palacete Santa Helena em construção.

21_12

Fig 13 – Vista da Praça da Sé (1927) com estacionamento, a direita o Palacete Santa Helena

21_11

Fig 14 – Vista do Palacete Santa Helena, entre seus vizinhos, a Catedral da Sé em construção.


BIBLIOGRAFIA:

  • CAMPOS, Candido Malta; SIMÕES JÚNIOR, José Geraldo. Palacete Santa Helena: um pioneiro da modernidade em São Paulo. São Paulo: Ed. SENAC São Paulo; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. 2006.
  • LOPES, Carlos de São Thiago. São Paulo de Hontem: Ed. do Estado de São Paulo. 1998.
  • ROSENTHAL, Hildegard, Cenas Urbanas: Instituto Moreira Salles, Instituto Moreira Salles, São Paulo, 2004.
  • _________, São Paulo 450 anos: Caderno de Fotografia Brasileira, Instituto Moreira Salles, São Paulo. 2004.

FICHA TÉCNICA – INFORMATIVO 22

  • Pesquisa e Texto: Iomar Travaglin
  • Projeto Digital: Tatiane Cornetti

logo_transparente

Associação Preserva São Paulo
Rua Senador Feijó, 30 – 6ºandar – sala 607
Centro (Metrô Sé) – São Paulo – SP / Tel: 55 (0xx11) 3105-3053
www.preservasp.org.br

 Recomende o “INFORMATIVO PRESERVASP” para seus amigos, para receber basta se cadastrar pelo e-mail: informativo@preservasp.org.br


Go to Top