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Ataque nuclear a Júpiter ?

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Como se sabe, a energia nuclear desempenha um papel muito crítico em viagens espaciais longas. Ao contrário das imagens que vemos de satélites e estações espaciais, repleta de enormes painéis solares em órbita da Terra, as sondas aos planetas distantes não podem contar apenas com painéis solares para gerar quantidades significativas de energia para que possam executar suas varreduras e pesquisas científicas longe de nosso planeta.

Júpiter, aqui composto por imagens do Hubble, mostrando suas grandes luas projetando sombras na superfície do planeta, está envolvido numa grande polêmica que mistura teoria de conspiração com possível realidade dedutiva desde 2003.
Por estas razões a NASA confia tanto nos geradores termoelétricos de radioisótopos, comumente conhecidos pelas siglas “RTG”, para fornecer energia necessária para sondas. O uso de RTGs é muito frequente nas sondas de espaço profundo e tem sido usadas desde os anos 1970 para sondas notáveis ​​como Pioneer e Voyager, tal qual nas recentes missões, como a Cassini e New Horizons, entre outras.

Mas então, como estão os RTGs relacionados com uma possível detonação nuclear no planeta Júpiter?

Em 21 de setembro de 2003, a NASA numa decisão muito estranha, optou por enviar o RTG que alimentava a sonda Galileu,  de encontro as barreiras tempestuosas do planeta como sua missão final.
A razão por trás da destruição foi principalmente, que a NASA, preocupada que uma sonda com material nuclear na órbita de Júpiter poderia eventualmente contaminar suas luas, que suspeitam abrigar vida. Os cientistas acreditavam em 2003, como o fazem agora, que tanto Europa e Calisto têm quantidades significativas de água gelada, e são teorizados que possam ter oceanos do subsolo que podem conter vida microbiana.

Com esta preocupação em mente, a NASA não teve opções, a não ser enviar comandos para “matar”a sonda, direcionando-a para um mergulho suicida sobre Júpiter para prevenir contaminações naquela zona planetária. Galileo foi quase destruída instantaneamente durante sua reentrada na órbita, da mesma maneira que uma outra sonda atmosférica foi esmagada (que foi lançada em 1995) para conduzir experimentos durante uma descida no planeta hostil.

Mas os resultados desta vez, poderiam resultar de fato num esmagamento? Alguns especialistas advertiram que a mistura de material radioativo em Júpiter pode ter resultados catastróficos. Jacco van der Worp, físico holandes, advertiu, através de um programa de rádio, que os RTGs podem atingir a massa crítica, devido à intensa pressão na baixa atmosfera do planeta e dos elementos contidos dentro dela.

Alguns especialistas afirmam que a conversão dos RTGs empregados em uma arma atômica é difícil de se reproduzir, o que tem causado controvérsias sobre a questão de transformar uma sonda espacial pacífica em uma arma de destruição em massa.

Os cenários que foram utilizados na primeira arma nuclear sobre os céus de Hiroshima no dia 6 de agosto de 1945, pode espelhar o ambiente possível dos RTGs durante a sua descida para Júpiter.

Empregar armas nucleares e explosivos poderosos para criar artificialmente pressões incríveis, forçando o material radioativo para compressão extrema e alcançar a fissão, cria-se a cadeia de eventos que conduzem a uma explosão nuclear.

Júpiter cria naturalmente as pressões incríveis necessárias para comprimir um material radioativo para conseguir a fissão. Afinal de contas, é assim que o nosso sol brilha, ou seja, imensas pressões e reações de força em vários tipos de átomos, criando uma incrível quantidade de energia.

Um desafio, porém, ao argumento da possibilidade é se o tipo de material de RTG da Galileu, U238, poderia realmente criar tal arma. É absolutamente verdade que U238 não pode criar uma reação físsil por sí. No entanto, se U238 é enriquecido, o resultado é U235, que é considerado “estopim” para uma bomba nuclear. Júpiter poderia fornecer a base necessária para enriquecer U238? Acredita-se que sim.

Alguns creem que é possível que Júpiter é o ambiente perfeito para a transformação das células RTG em um esperado acidente nuclear.

Uma crítica adicional para esta teoria é que, se de fato ocorreu uma reação, fazendo com que o material radioativo tenha explodido, não criaria a mancha escura visto nas imagens iniciais apuradas pelo astrônomo. Isto é absolutamente verdade, como o resultado de efeito explosivo de 100 mil toneladas de TNT (ou cerca de duas vezes a força da bomba usada sobre Hiroshima).

Então, como poderia a reação de uma pequena faísca resultar em algo maior? A resposta está no que está por baixo das nuvens de Júpiter. O gigante de gás contém grandes quantidades de trítio e de deutério. Ambos são componentes essenciais de outro tipo de arma nuclear o que resulta numa reação de fusão. Este tipo de reação é a base do que chamamos de uma “bomba de hidrogênio”, que rende muito mais energia do que uma simples bomba físsil.

Em 19 de outubro de 2003, um astrônomo amador chamado Oliver Meeckers tomou uma foto de baixa resolução de Júpiter, e anotou uma anomalia no planeta. Ao sul do equador do planeta foi encontrada uma mancha preta maciça, revelando que algo sombrio tinha ocorrido em Júpiter. A mancha apareceu portanto depois de quase um mês do mergulho suicida da Galileu contra a atmosfera do turbulento planeta.

De acordo com a imagem, uma vez que a reação inicial é criada, o combustível de fusão é utilizado, criando uma explosão de rendimento muito mais elevada. A arma mais potente já criada, o Tsar Bomba (Rússia) usa o mesmo tipo de princípio. Dado o amplo combustível que está disponível no fundo de Júpiter, é plausível que a reação físsil simples se tornou muito, muito maior.

Na verdade, essa reação foi a base da sequencia da brilhante obra, “2001: Uma Odisséia no Espaço”, apropriadamente chamada de “2010, o ano que faremos contado”. (Quem assistiu poderá entender melhor o que se diz aqui).

Mas esta reação traz uma grande questão: por que não se inflamou o combustível, criando mesmo uma explosão maior? Uma que iria consumir todo o planeta?

A resposta para isso é simples: Júpiter não pode manter a pressão necessária para criar a fusão por conta própria. Para criar as pressões necessárias para sustentar tal reação requer uma massa muito maior, da ordem de 10 vezes o tamanho de Júpiter. Estas entidades são chamadas anãs marrons, e foram apenas recentemente compreendidas. Por conseguinte, uma vez que a reação inicial de U235 foram dissipadas, houve pouco para manter a reação.

A barreira final para a explosão nuclear é o simples argumento de tempo. A sonda colidiu com Júpiter em 21 de setembro, e o local mostrou-se manchado em 19 de outubro – quase um mês depois. Como isso é possível?

Um aspecto importante á da densidade atmosférica é que a resistência que um objeto encontra quando se desloca através dela. Portanto, como a sonda Galileo descia através da atmosfera de Júpiter, o arrasto imposto a descida seria naturalmente retardá-lo. Os cientistas não sabem se há um verdadeiro “núcleo” de Júpiter, ou se ele é simplesmente tão denso que se torna difícil como qualquer outro objeto rochoso do sistema solar.

Uma equação retirada da chamada “Lei de Stokes” é a base para o cálculo de quanto tempo levaria a cápsula RTG para atingir uma profundidade em Júpiter e atingir a massa super crítica. Esta equação é mostrada ao lado:

Não entraremos aqui, nos detalhamentos de como ela funciona, restringindo-se apenas que aplicando esta fórmula para os containers RTG, descobre-se que ela tomaria pouco menos de 1 mês até atingir a profundidade necessária para a reação, que é o mesmo tempo entre o fim da sonda e a descoberta da mancha da explosão.

Mas poderiam os containers RTG sobreviver tanto tempo em um ambiente tão hostil? A sonda portadora Galileo só sobreviveu 53 minutos antes de ser destruída a uma profundidade de 160 km e 23 vezes a pressão da atmosfera da Terra.

Analisando os dados do campo de contenção RTG do Galileo, percebeu-se que as cápsulas de urânio foram revestidas em irídio, que tem um ponto de fusão de 4435 graus Fahrenheit. As cápsulas de urânio foram, então, ligadas a uma membrana de boro-grafite que pudesse resistir a 6422 graus Fahrenheit. Mantendo a membrana quase intacta é uma parte importante da teoria, como se precisasse de pelo menos 10 quilogramas dos 45 contida dentro do RTG para criar uma reação físsil.

Somando-se todos esses dados, tem-se uma “tempestade perfeita” de modelos, um veículo que pode ser capaz de suportar as temperaturas e pressões necessárias para enriquecer a detonação de urânio e suas consequências e o lapso de tempo entre a inserção da sonda na atmosfera de Júpiter e detonação.

Mesmo depois de tudo o que foi analisado e dito, persiste o argumento: “E se”, foi cenário da tempestade perfeita. Mas um evento como esse poderia acontecer de novo?

Entusiastas do espaço devem tomar nota dos seguintes pontos:

  • A Jupiter Icy Moons Orbiter (JIMO) – a primeira sonda de propulsão nuclear (utilizando um reator real) foi cancelada logo após o incidente Galileo.
  • A NASA tem praticamente abandonado criação RTG para novas sondas desde o incidente da Galileo (a menção: ser de elevado “custo” para justificar iniciativas necessárias para criar os materiais diferenciados para os novos RTGs).
  • O substituto da NASA para a missão JIMO está usando painéis solares de melhor desempenho em vez de um RTG, apesar do fato de que a embarcação receberá apenas 4% da energia solar que uma sonda semelhante receberia em órbita da Terra.
  • As poucas sondas que empregavam RTGs pós-Galileo não tem praticamente nenhum risco de pouso forçado em um gigante de gás, como a missão New Horizons, que viajou para Plutão.
  • A NASA tem desencorajado significativamente o uso de RTGs na esteira do acidente da Galileo. Só New Horizons e MSL foram lançados com RTGs na última década.

Uma sonda que ainda utilizou um RTG e orbitou um gigante de gás, foi a Cassini-Hyugens. Com a qual foi possível o esgotamento do combustível e a espaçonave foi colocada em uma trajetória de impacto com o planeta.

Em 15 de setembro de 2017, a Cassini sem o módulo Hyugens (pousado em Titan) mergulhou na atmosfera de Saturno em uma velocidade aproximada de 34 km por segundo, terminando abrasada e vaporizada, como um meteorito em queda.

Tal como a Galileo a decisão de destruir a Cassini desta maneira, deveu-se à preocupação de evitar uma possível contaminação com material terrestre de alguma das luas, se porventura acabasse se chocando com uma delas.

Seja como for, perante a tantas evidências e controvérsias a respeito, muitos cientistas argumentarem que não poderia ter acontecido isto e no final, é você, leitor, que tem que decidir por si mesmo se a NASA realmente criou acidentalmente a arma mais poderosa conhecida e desencadeou o primeiro ataque nuclear contra um outro planeta e se ela foi longe demais, criando a primeira arma nuclear interplanetária em 2003.


1936: Como o mundo vai acabar ?

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Pelos mais variados motivos, ao longo de muito tempo, pessoas acreditam e cultuam o fim dos tempos, o fim do mundo, o apocalipse, etc…

Em 1936, uma tradicional revista, a “Popular Science” contribuiu para alimentar este culto, esta possibilidade. Com a chamada “How will the world end” a reportagem explora com uma boa e técnica linguagem a vulnerabilidade de nosso planeta frente a um “inesperado” evento astronômico catastrófico.

Dizia a matéria:

“Por muitos milhões de anos, nosso planeta transitou em seu sol num tempo tão preciso cuja variação ocorre em apenas uma fração de segundo a cada século. Nosso planeta é sempre “on-time” por todas suas idas e voltas.

Contudo, é bem possível que esta regularidade pacífica possa algum dia ser interrompida por um evento imprevisto que, se ocorrer, provavelmente trará a maior e talvez o final da humanidade, uma catástrofe!

Por meio de experimentos simples, você pode estudar as possíveis maneiras pelas quais a morte do nosso planeta pode vir e mostrar as forças que podem, algum dia, destruir implacavelmente o mundo desamparado. Estranhamente, o caminho que oferece a maior ameaça à terra é exatamente a maneira pela qual a própria Terra surgiu!

Agora, geralmente acredita-se que o material que mais tarde se condensou nos planetas do nosso sistema solar foi desenhado pelo sol em enormes marés de labaredas( e gases), levantadas pela passagem próxima de um outro sol, um sol vagante pelo espaço. Esta passagem pode ter provocado uma colisão, por grandes labaredas de matéria incandescente, de milhões de milhas de comprimento, que foram expelidas para fora de nosso sol. Mais tarde, quando o invasor recuou, o duelo das forças gravitacionais diminuiu e as labaredas em tornos dos sois provocaram uma queda na guerra titânica entre os sois.

Gradualmente, através da condensação e uma captura de pequenas massas por outras grandes, os planetas do nosso sistema solar foram sendo formados com a ajuda das forças e da energia do nosso sol.

De toda esta prole de planetas, um, pelo menos, produziu condições que trouxeram a vida como a conhecemos. O que aconteceu com o outro sol e os seus materiais planetários, nós não sabemos. Ainda pode ser visível através de telescópios poderosos, uma vez que como uma dessas estrelas distantes, com uma variação perceptível ao vermelho observadas pelo espectroscópio nos diz que estão recuando firmemente muito além de nossos cenários solares próximos.

Não temos nenhum meio de saber onde procurar esse outro sol, pois não sabemos em que direção nos deixou. E esse é exatamente o estado de incerteza em relação a uma possível invasão da nossa paz por outro sol errante.

Não sabemos qual é a maneira de procurar a sua possível aproximação. Qualquer um desses objetos distantes que nossos espectroscópios dizem que estão chegando, pelos nossos recursos podem continuar vindo para sempre! Nós não temos como saber.

Alguns astrônomos nos dizem que as abordagens próximas e as passagens de outros sóis são muito raras. Outros pensam que são mais frequentes. Mas uma coisa é certa: o que aconteceu, pode acontecer de novo e se outra estrela que se descubra vindo em nossa direção, estaríamos com enormes problemas, como a Terra nunca conheceu em todo o incontável tempo de sua existência.

Nosso primeiro aviso pode vir quando algum observador ​​percebe que um ponto particular de luz mostra um brilho cada vez maior. Então, como o brilho deste sol que se aproxima continua a crescer, seu caminho se tornaria o principal assunto de estudo para todos os astrônomos da Terra.

Eles teriam muito tempo para traçar seu curso, pois, mesmo com as enormes velocidades com que as estrelas viajam, exigiria muitos anos, talvez séculos, para que o destruidor se aproximasse o suficiente para influenciar os movimentos do nosso sistema solar.

As primeiras “perturbações” causadas pela atração do campo do invasor, naturalmente, afetaria nossos planetas mais externos. Plutão e Netuno, desde que cruzassem suas órbitas, que sofreriam pelo trajeto deste sol que se aproxima.

Se assim for, esses planetas logo se perturbariam, movimentando-se mais devagar; eles não cumpririam mais o cronograma que os astrônomos determinaram laboriosamente de seus movimentos orbitais.

E então, à medida que a influência do visitante sobre o nosso sistema crescesse de forma constante e implacável, deveríamos observar que nossos maiores planetas, Saturno e Júpiter, não poderiam fugir das perturbações.

Nesse momento, boletins diários e horários dos observatórios mundiais seriam notícias da primeira página em todo o mundo. Como a perturbação da família do nosso sistema solar e portanto, da Terra, tornou-se cada vez mais inevitável, devemos ver mudanças surpreendentes na civilização.

E então os astrônomos achariam que nosso vizinho Marte e a própria Terra estariam obedecendo a atração da estrela invasora tanto quanto a de seu próprio sol. A inclinação do nosso eixo polar pode mudar, tornando a navegação pelo sol e as estrelas incertas, perigosa, ou totalmente impossível. Nada, de fato, permaneceria normal, exceto a rotação da terra em seu eixo.

O clima do mundo inteiro se tornaria ferozmente tórrido, devido aos raios quentes de dois sóis em vez de um. Em uma chama de luz solar contínua e implacável, mesmo a noite e o dia podem deixar de existir. E, finalmente, as grandes marés de labaredas e gases dos dois sois ferozmente contundentes vaporizariam todos os planetas, incluindo os nossos, à medida que a água desapareceria em num cenário de fornalha extremamente quente.

Mas isso aconteceria a um mundo já desprovido de vida, pois, muito antes do cataclismo final, deveríamos ter perdido a consciência na atmosfera escaldante, e campos, córregos e mares teriam secado e desaparecido, vaporizados!

O tamanho das labaredas e vento solar que seriam expelidas por ambos os sóis, seriam inimagináveis. Parece cintilante e pequeno numa fotografia, mas é mais de um quarto de milhão de milhas de altura, mais do dobro da distância da nossa terra à lua!

É bastante concebível que uma aproximação do visitante seja o suficiente para vaporizar a nossa terra, pois deve-se lembrar que todos os nossos planetas foram formados a partir de injeções de matéria, e que Plutão, o mais distante, está agora 4.650.000.000 milhas de nosso sol presente.

Tal como, para esta possibilidade de catástrofe mundial, agora vamos investigar brevemente uma outra maneira em que o fim da nossa terra pode acontecer.

Neste caso, o destruidor não seria um intruso do exterior, mas um membro da própria família do sol – uma das várias centenas de planetas menores, ou “planetóides”, a maioria dos quais gira em torno do sol nas órbitas entre os caminhos de Marte e Júpiter. O que eles fazem, mas não todos, é conhecido pelos astrônomos há muito tempo, e foi surpreendentemente provado nos últimos meses.

Na verdade, apenas alguns meses atrás, um desses planetóides atravessou o caminho da terra, apenas a 1.500.000 milhas, um mero nada, considerando o que são as medidas astronômicas.

A aproximação desse planetoide não descoberto e desconhecido não foi detectada, porque veio da direção do sol irradiante. Apenas depois que alterou sua órbita é que foi descoberto e seu caminho traçado por astrônomos.

É a aproximação que a trajetória desse planetoide selvagem faz para a órbita da Terra que obrigam os astrônomos especulem um pouco ansiosamente sobre as viagens de retorno esperadas no futuro. O plano de sua órbita se inclina a apenas cerca um grau e meio para em relação ao plano da órbita terrestre, que atravessa duas vezes em cada revolução (ida e volta).

O “ano” do planetóide ou o período de sua revolução ao redor do sol, é igual a duas vezes e meia dos nossos anos. Onde a Terra estará no seu curso no momento do próximo retorno do planetoide errático? E o próximo, e o próximo?

Em sua última passagem em fevereiro passado, a Terra e o planetoide eram um pouco como dois automóveis – um dirigindo-se a um estacionamento, portanto lentamente e o outro atravessando uma ponte sobre este estacionamento, portanto rapidamente.

Os astrônomos agora estão se perguntando se, em alguma trajetória bem sucedida em toda a órbita terrestre, a passagem segura pode se tornar um cruzamento perigoso!

Se isso acontecer, e os dois planetas chegam lá juntos, talvez não haja ninguém na Terra para contar a história. No mínimo, haveria destruição grandiosa em alguma parte do mundo!

O modelo, feito de fio rígido e fotografado em duas posições, mostra quão leve uma mudança nas inclinações das duas órbitas pode preparar o cenário para a maior catástrofe da Terra.

É mesmo concebível que a recente passagem próxima do planetoide acima da Terra já o tenha desviado para mais perto do plano da órbita terrestre. O experimento ilustrado acima, com um ímã e uma esfera, mostra como essa deflexão pode ser causada pela forte atração da Terra ao planetoide muito menor.

Que grandes meteoros, ou, possivelmente, planetóides, que atingiram a Terra no passado, são revelados pelas enormes crateras que ficaram em alguns pontos da superfície terrestre. O exemplo mais conhecido é no Arizona, e foi produzido em um momento desconhecido no passado. Outra colisão, causada por um meteoro gigante ou um pequeno asteroide, ocorreu na Sibéria. O impacto aparentemente vaporizou o projétil por conta da grande explosão, que ampliou e queimou uma floresta de grandes árvores por uma distância de cinquenta milhas em todas as direções!

Embora as chances sejam extremamente pequenas, o retorno do planetóide coincidindo exatamente com a presença da Terra em um dos pontos onde seu caminho cruza o nosso, devem ter suas atividades futuras monitoradas.

Sua trajetória não conhecida nos faz questionar quantos mais do seu tipo estão por aí trafegando por todo o sistema solar. Mesmo agora, podemos realmente estar nos aproximando de outro cruzamento perigoso! “

Esta era então a visão destes aspectos astronômicos que poderiam resultar no fim do mundo naquela primeira década do século 20. É claro que se olharmos os dias atuais, há muito mais tecnologia do que telescópios tradicionais e espectroscópios para descobrir e analisar estes fatos, embora a própria NASA se surpreende com asteroides e/ou planetóides que aparecem sem terem sido descobertos por exemplo a tempo de alguma ação global.


Se o autor da Popular Science, Gaylard Johnson, pudesse ter este vídeo em mãos em sua época, certamente se encantaria em ver suas considerações no artigo se materializarem com elevado nível de precisão.


Temos disponíveis vários registros publicamente mostrando quedas e passagens de objetos em nosso campo de visão, além de outros fenômenos amplamente documentados por amadores e profissionais, principalmente nas redes sociais e nas Hosting Clouds, e este fato relatado em 1936, embora não único ajuda a reacender polemicas sobre um mesmo corpo cósmico conhecido como Planeta X, Nibiru, Hercólubus ou Red Kachina, ou do fato de nosso Sol ter uma irmã (sistema Nêmesis, anã marrom ou vermelha) que o coloca num sistema binário.

A teoria da existência do sistema Nêmesis, uma anã marrom ou vermelha com Nibiru em sua orbita, é presumidamente a ideia que foi retratada em 1936 pela Popular Science e que tem sido alvo de polêmica entre muitos.

De um modo geral, esta matéria de 1936 desta conceituada publicação, se alinha perfeitamente com as teorias e observações que são feitas na atualidade e “reflete tanto lá como cá” um grande culto a teorias e suspeitas de como acabaremos, certamente num evento gigantesco, que pouco controle teremos….


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