netleland

(52 comments, 308 posts)

This user hasn't shared any profile information

Posts by netleland

Viação Cometa, história e tradições…

5

Aqueles que tiveram a oportunidade de viajar nos ônibus da Viação Cometa a partir dos anos 50, certamente encontravam neles um diferencial a ponto de considerar que a empresa era uma “Varig” do transporte de passageiros por várias estradas brasileiras.

Tendo uma rica história em sua formação e em atendimento diferenciado nos anos mencionados, se tornou um ícone das estradas e colecionou além de milhares de passageiros, adeptos e fãs que perduram aos dias atuais, que cultuam sua história, seus veículos Dinossauros, Flecha Azul, o famoso GM “Morubixaba”, Papo Amarelo, entre outros.

Aqui é o embrião do nascimento da viação Cometa.

Sua origem, contudo, está ligada a capítulos da história de São Paulo, na primeira metade do século passado; Em 1937, um agrimensor chamado Dr. Arthur Brandi, futuro cunhado do major Tito Mascioli conhecido simplesmente por Major Tito, estava realizando um loteamento na região do Jabaquara, mas enfrentava dificuldades para vender os terrenos, pois este era um bairro muito longe do centro de SP.

Então para alavancar as vendas de seu loteamento, a única solução viável era criar e operar uma linha de ônibus, que ligasse o Jabaquara e a Praça da Sé. E quem assumiu esse desafio foi Tito Mascioli.

Na ocasião, o sistema de concessões de ônibus urbanos funcionava bem parecido com o atual regime de táxi da cidade. Foram adquiridas então, seis licenças e com elas nasceu uma empresa de ônibus urbano, a Auto Viação Jabaquara S.A. O empreendimento deste ramo foi melhor sucedido que o do ramo imobiliário.

Empreendedor, Tito Mascioli rapidamente percebeu que havia um grande futuro no ramo de transporte de passageiros e passou a dar grande atenção ao setor. Em pouco tempo, a Auto Viação Jabaquara S.A. tornou-se a maior empresa de ônibus urbano de São Paulo, controlando 40% do transporte coletivo do município, com exemplar qualidade nos serviços prestados.

Os negócios caminhavam bem, tanto no ramo imobiliário, quanto no de transportes, até que em 09 de março de 1947, numa destas ondas nacionalistas (contra a Light) o transporte foi estatizado com a criação da C.M.T.C. (Companhia Municipal de Transportes Coletivos).

Com isso a Auto Viação Jabaquara S.A. foi encampada e Tito Mascioli chegou até a ocupar o cargo de Diretor Tesoureiro da C.M.T.C. por um curto período, mas nem assim conseguiu receber qualquer indenização.

Fascinado por trabalhar com transporte de passageiros, Tito ainda em 1947 adquire a Empresa Auto Viação São Paulo-Santos Ltda., que foi constituída em 02 de fevereiro de 1943. Em 17 de fevereiro de 1948, a empresa passou a se chamar Auto Viação São Paulo-Santos S.A. e em 07 de maio de 1948 teve sua denominação alterada para Viação Cometa S.A. Quem viveu naqueles anos, certamente teve a oportunidade de viajar pelas duas empresas.

O nome Viação Cometa surgiu em função do desenho que já existia na lateral dos ônibus da Empresa Auto Viação São Paulo-Santos Ltda. As cores originais da Cometa, azul e bege, foram inspiradas em um jogo de porcelana no qual o Major Tito e sua esposa tomavam chá quando na Europa.

Sua obsessão por transporte de passageiros, o levou a incorporação da Expresso Bandeirantes Viação S.A. em 08 de junho de 1949 à Viação Cometa S.A. Em 02 de outubro de 1950, a Rápido Serrano Viação S.A. também se juntou ao grupo.

Logo após a ligação São Paulo – Santos, novas linhas começaram a ser implantadas, como São Paulo – Campinas, São Paulo – Jundiaí e muitas outras conexões pioneiras para o interior do Estado.

Em 08 de dezembro de 1951, a Viação Cometa recebeu a concessão de sua primeira linha interestadual, São Paulo – Rio de Janeiro, que fazia o trajeto pela então recém construída Rodovia Presidente Dutra.

Três momentos: a chegada dos GM “Morubixaba” em Santos, A propaganda anunciando o avançado ônibus e finalmente o acidente na Dutra que encerrou a carreira dos GM Coach na Viação Cometa, afinal as importações tornaram-se difíceis.

Visando melhorar o conforto em suas viagens, em 18 de março de 1954, foi apresentada a nova frota da linha São Paulo – Rio de Janeiro, composta por 30 ônibus norte-americanos GM Coach modelo PD-4104, batizados carinhosamente de “Morubixaba”, tradicional chefe de tribos indígenas brasileiras. Moderníssimo para a época, com design revolucionário, carroçaria de alumínio, janelas panorâmicas, vidros rayban, suspensão a ar dianteira e traseira, ar condicionado, motor diesel traseiro transversal de 6 cilindros, 2 tempos e 211 cv. Foi o ônibus de maior sucesso no Brasil nas décadas de 50, 60 e início dos anos 70.

Em maio de 1962, foi inaugurada uma nova garagem central em São Paulo, que é a sede da Companhia até hoje.

Na década de 60, a Viação Cometa tinha cerca de 300 Mercedes-Benz, modelos Super B, Senemby e Flecha Azul, sendo uma das maiores frotistas Mercedes Benz do mundo. Em 1961, entraram na frota, e dela tomaram conta, a motorização Scania.

A Viação Cometa S.A. tornou-se a maior frotista Scania do mundo, marca exclusiva da segunda metade dos anos 70 até o final de 2002. Foram utilizados o B-75, B-76, B-76 Super, B-110, BR-115 Super, BR-116, K-112, K-113 e K-124. Em 1970, a suspensão a ar nacional e motor turbo, que equipavam o Turbo Jumbo, foram introduzidos.

As carrocerias de duralumínio utilizadas pela Cometa, apesar do custo mais elevado, apresentam várias vantagens. Por serem bem mais leves, poupam esforço ao motor, freios e demais componentes mecânicos, diminuem o consumo de pneus e combustível, proporcionam maior aceleração, agilidade e manutenção da velocidade, tendo maior durabilidade, pois não sofrem a ação da oxidação sob a forma de ferrugem, e ainda, maior elasticidade, o que minimiza os danos nos casos de colisões.

Os vários modelos de ônibus batizados de Papo Amarelo, Flecha de Prata, Jumbo B, Jumbo C, Jumbo G, Setebelo, Turbo Jumbo, Dinossauro e Dinossauro II eram encarroçados pela Ciferal, parceira da COMETA-SCANIA, que durou por quase meio século e entrou em concordata em 1982.

Como a Cometa já possuía uma tecnologia avançada em carrocerias com estrutura monobloco em duralumínio, partiu para a fabricação própria, uma vez que no mercado não havia nenhum outro fornecedor de tais carrocerias.

Com a perda da Ciferal a Cometa teve quer buscar uma nova solução e em maio de 1982, foi dado o início da construção de uma fábrica de carrocerias e em 16 de março de 1983 a C.M.A. – Companhia Mecânica Auxiliar – foi homologada junto ao CDI – Conselho de Desenvolvimento Industrial.

Por alguma exigência da JUCESP, passou a se chamar Companhia Manufatureira Auxiliar — CMA — assumindo a produção de seus ônibus e mantendo a mesma base do Dinossauro, mas com modificações que proporcionaram ganhos ao veículo. O peso foi reduzido em cerca de 700 kg e as poltronas de couro, e o mais completo painel de ônibus já fabricado no Brasil, com voltímetros, amperímetros, manômetros de óleo, ar e turbina, termômetros de água e óleo, conta-giros, horímetro, tacógrafo e diversas luzes “espiãs”, além de alarmes sonoros.

Nascia então em abril de 1983 o Flecha Azul, considerado o ônibus mais leve do Brasil, pois ainda mantinha sua estrutura e chapeamento em alumínio, e era o primeiro ônibus fabricado em casa.

O veículo foi amplamente divulgado em peças publicitárias impressas e até na TV, em horário nobre. Durante 17 anos, a carroceria Flecha Azul foi o modelo único utilizado pela empresa.

Embora parecido com seu antecessor, o Dinossauro II, ele tinha nova estrutura que proporcionava considerável redução de peso, nova distribuição das janelas para evitar a disposição de poltronas frente às colunas.

Equipado com câmbio automático computadorizado surgiu o Flecha Azul Automático. Depois com um aumento de 10cm na altura do veículo e câmbio mecânico, foi a vez do Flecha Azul II. Já a eliminação da janela rebaixada e nova distribuição das janelas deu origem ao Flecha Azul III. As rodas de alumínio complementaram o Flecha Azul IV; e os vidros na parte inferior da porta e alterações internas, o Flecha Azul V e VII. Com aumento de altura, cabine fechada, ar condicionado, vidros colados e poltronas leito nasceram o Flecha Azul VI e Flecha Azul VI B. A tampa do motor fechada, câmbio “confort shift” ou “optcruiser” vieram complementar o Flecha Azul VIII.


A história contada da Viação Cometa pelo inspetor Wilson Miccoli em entrevista ao Prof. H.A. Liber, mais duas propagandas em duas épocas com um GM e com o Flecha Azul automático (Acervo 80JHL) e no final um dos últimos Flechas Azuis em flashes da viagem de Jundiaí a SP na comemoração de 65 anos (Paparazzi Ferroviário)


Rompendo com o modelo anterior, surge um ônibus com três eixos, vidros fixos, ar condicionado nos veículos convencionais, nova programação visual com um Cometa estilizado na lateral e chassi SCANIA K-124 IB 6X2. Denominado Cometa, o veículo começou a operar na linha São Paulo – Franca em 29 de abril de 2000.

Mas a Cometa não se limitou apenas as estradas e operou também em serviço urbano e em 1956 adquire as operações urbanas da Viação Lira, empresa do grupo Caprioli, implantado o serviço da Viação Cometa S.A. em Campinas. Da fusão das linhas já existentes com as novas linhas, surge a CCTC – Companhia Campineira de Transporte Coletivo, que chegou a ter 1200 funcionários e operou até 1988.

Ainda em 15 de junho de 1959, a Viação Relâmpago S.A. do Rio de Janeiro foi definitivamente incorporada e na segunda metade dos anos 60, foi implantado o serviço urbano em Ribeirão Preto, que foi operado pela Viação Cometa S.A. até 1983.

Em 1961 inicia-se a operação de São Paulo para Curitiba, capital do Paraná, utilizando na frota ônibus GM PD-4101 e PD-4103, vulgos Lagartão e Imperial, remanescentes de uma aquisição de linhas do interior de São Paulo, feita junto à Expresso Brasileiro de Viação Limitada (EBVL). Na negociação, foram incluídos os ônibus na transação.

Em 2001, após saída de um dos herdeiros do Major Tito Mascioli da sociedade da empresa, a companhia acabou sendo adquirida pelo grupo JCA. No início de 2002, os demais acionistas venderam as ações para o Grupo JCA. A aquisição custou 155 milhões de reais.

A negociação do controle acionário da Cometa não incluiu a fábrica de carrocerias CMA, que continuou com o antigo controlador até 2002 quando sua produção foi descontinuada mas continuou até o último dia, 17 de junho de 2009, fornecendo peças e componentes de reposição para os ônibus Flecha Azul e CMA-Cometa, em função de legislação que obrigava um fabricante de veículos a fornecer peças de reposição por 10 anos subsequentes ao encerramento da produção.

Com isto a nova Cometa resultante da cisão, optou pela aquisição de carrocerias com design mais moderno, tanto da Marcopolo quanto da Irizar. E além de novos Scania, Mercedes-Benz e Volvo também passaram a fazer parte da frota. O logotipo também mudou acompanhando os novos design, sendo originado da foto do Cometa Hale Bopp de autoria de Josep M. Drudis, do qual foi adquirido o direito de uso.

Hoje a Viação Cometa, tem como companheiras dentro do Grupo JCA a Auto Viação 1001, Auto Viação Catarinense, Rápido Ribeirão Preto, Expresso do Sul, Rápido Macaense e Opção Turismo e Fretamento e o Sistema Integrado de Transporte – SIT Macaé. Juntas as empresas operam com mais de 3 mil ônibus nas regiões Sudeste e Sul do Brasil.


A história da empresa contada pelos modelos de ônibus que utilizou


A Viação Cometa S.A. tornou-se uma das empresas de ônibus rodoviários mais tradicionais do Brasil. Por décadas, operou linhas na região sudeste do Brasil, baseada num modelo norte-americano, inspirando-se na empresa Greyhound Lines. Os ônibus construídos em carrocerias de duralumínio, com uma tripulação usando uniforme similar ao da Aeronáutica, operavam sistemas de radiocomunicação entre suas bases e pontos de apoio numa época em que as comunicações no Brasil eram complicadas e ainda engatinhavam.

Esta empresa que atende os Estados Unidos, Canadá e México foi a inspiração para a Cometa. Dois modelos de ônibus (GM) usado por eles, também operaram nas linhas da Cometa na época.

Suas linhas eram baseadas de São Paulo para o interior e litoral do mesmo estado, além de linhas interestaduais para o Paraná, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Mas a linha mais tradicional, São Paulo-Rio de Janeiro, operada desde 1951, foi transferida em 2002 para a Expresso do Sul, uma empresa coligada do Grupo JCA.

Este blogueiro foi um fiel cliente da Cometa por anos e como homenagem construiu para o filho em Dezembro de 1984, o modelo acima, com controle e comandos elétricos e carroceria esculpida em madeira com suspensão de molas nas rodas.

A partir de 2004 os antigos Flecha Azul, começaram a ser descontinuados e vendidos a outras empresas e colecionadores, juntando-se aos também conhecidos Dinossauros. O que resta hoje dos “Reis das Estradas”, circulam em outras empresas, em empresas de fretamento, colecionadores e apaixonados por estes ônibus que marcaram nossas estradas por décadas.

Os novos ônibus da nova Cometa usam as carrocerias de mercado, possuem pinturas e logos diferentes e classes diferentes, GTV, DD, etc.

Mas o que ficou na memória de muitos foi aquela Viação Cometa do passado, com seus veículos estilosos, o atendimento cortês e diferenciado, conforto na viagem, etc…


Bibliografia/Fontes:

  • Viação Cometa S/A
  • Lexicar Brasil
  • Flatout Fórum
  • Onibus Brasil
  • Wiki Viação Cometa
  • ABRATI, Revista – A notável evolução do ônibus Cometa – Frota, 2008 – Brasília DF
  • Viação Cometa Comunidade Oficial
  • Acervo Pessoal

Os esquecidos do Pop: 1910 Fruitgum Co.

2

Aqueles que viveram os anos 60 e 70, se lembrarão de um estilo musical derivado do pop, destinado a pré-adolescentes e adolescentes que foi denominado pelos especialistas musicais de “bubblegum”. O estilo se caracteriza por um som animado e cativante, um fenômeno de singles (ou canções soltas) em vez daqueles álbuns complexos de meses de produção.

Por assim ser o estilo era geralmente produzido num processo de linha de “montagem” bem comercial impulsionado por produtores musicais dentro de estúdios, muitas vezes utilizando cantores e grupos desconhecidos. Teve fase popular entre 1967 e 1972 e depois um remake entre 1974 e 1977 quando então o punk rock emergiu dos porões, como se falava.

Os cinco membros originais do grupo 1910:Fruitgum Co. em 1966; No topo da esquerda são Floyd e Steve. Na parte inferior estão Pat, Frank e Mark.

Como muitos artistas eram fabricados no estúdio usando músicos de sessão, um grande número de músicas de bubblegum foram feitas por “one-hit wonders” ou seja, artistas que só conseguem um único grande hit ou sucesso em suas carreiras.

Os artistas mais conhecidos da era de ouro do bubblegum pop, estão The Ohio Express e The Archies, cuja canção “Sugar Sugar” é a mais bem sucedida canção de bubblegum lançada em 1969, o cantor Tommy Roe (Dizzy), The Monkeys, The Equals, Steam, Manfred Man, The Sweet, The Partridge Family entre outros.

“The 1910:Fruitgum Co, é uma das de maior sucesso neste subgênero da pop music. Foi um grupo dos Estados Unidos mais empolgantes do estilo bubblegum pop.

Seu primeiro sucesso lançado em 1968 foi um estouro de vendas e se tornou a canção símbolo do grupo, “Simon Says”. Rapidamente chegou aos primeiros lugares na parada musical no Reino Unido. A seguir vieram outros sucessos como “1, 2, 3 Red Light”, “Indian Giver”, “May I Take A Giant Step”, “Special Delivery”, “The Train”, “Reflections From The Looking Glass” e a melosa “When We Get Married”.

Simon Says, empolgante e dançante, um clássico do bubblegum pop
Faziam grandes turnês em companhia dos Beach Boys, Lou Christie, Sly & Family Stone, Tommy Roe, Mark Lindsey (vocalista do Paul Revere & The Raiders), The Vogues, Ron Dante do The Archies, Gary Us Bonds, Jim Yester do The Association, Melanie, Commander Cody e de outros grandes nomes da época..

A banda começou como Jeckell e The Hydes em Nova Jersey em 1966. Os membros originais eram Frank Jeckell, Mark Gutkowski, Floyd Marcus, Pat Karwan e Steve Mortkowitz – todos da cidade de Linden, Nova Jersey.
Durante 1967, eles foram contratados pela Buddah Records, onde lançaram cinco LPs com seu próprio nome e uma variedade de singles, além de aparecer no LP The Kasenetz-Katz Singing Orchestral Circus, que caracterizou-se como uma habitual banda de estúdio da Buddah.

O grupo original se separou em 1970. O nome continuou com uma banda dirigida por Jolly Joyce da Filadélfia. Mark Gutkowski, o principal vocalista, foi visto pelas ultimas vezes durante 1977 na Europa com o The Ohio Express, The Hollies e a The Music Explosion.

Como qualquer banda daqueles anos dourados, a mudança de seus integrantes também foi constante, mas no início deste século, os membros originais Frank Jeckell e Floyd Marcus juntaram-se novamente, com alguns músicos e começaram a viajar pela estrada de novo. Realizaram um concerto em 17 de novembro de 2007 na Caravan of Stars XIV, em Henderson, Tennessee. Também apareceram no espetáculo Dickey Lee, Jimmy Gilmer, Carol Conners (de The Teddy Bears), Bo Donaldson e Heywoods, Jim Yester (The Assossiation), Jerry Yester (The Lovin ‘Spoonful) e Eddie Brigati (The Young Rascals).

Seu primeiro sucesso, “Simon Says”, foi escrito por Elliot Chiprut. Durante o processo de gravação, a banda mudou o ritmo e modelou a música se tornando um sucesso, entrando na lista da Billboard Hot 100 dos EUA.

A banda marcou seu período e seu estilo animado e meloso, pois “Simon Says” vendeu três milhões e meio. “1, 2, 3, Red Light” e “Indian Giver” venderam cada um mais de um milhão de cópias. Todos os três foram premiados com discos de ouro e particularmente Simon Says é algumas vezes relembrada em academias, treinos de dança e programas infantis.

Ainda existente a atual configuração da banda ainda realiza shows e mantêm um site com sua história e realizações.

Tal como o The Archies, a 1910:Fruitgum Co. marcou sua época e estilo naqueles anos 60/70.

1- 2- 3 Red Light, outro grande sucesso que embalava os bailes da época.
Site Oficial

Discografia


 

netleland's RSS Feed
Go to Top