Posts tagged Barão de Itapetininga

Barão de Tatuí, José Bonifácio, Paulo Mendes da Rocha e a Praça do Patriarca…

4

Encravada no centro de São Paulo, um dos pontos icônicos a Praça do Patriarca é um dos logradouros que também sofreram com as transformações da cidade, embora tenha conseguido manter algumas construções históricas.

O surgimento desta praça é tida como consequência também da necessidade de ligar o centro velho com o centro novo e pela transformação do próprio Vale do Anhangabaú, que cedeu suas lavouras de chá e verduras para um complexo urbano que já sofreu também várias alterações até hoje.

Está na praça a mais antiga igreja que sobreviveu as transformações do centro, a igreja Santo Antônio, considerada a igreja mais antiga de São Paulo, pois data do final do século 16. Outros casarões e palacetes foram ao chão em nome do progresso.

Antes não existia esta praça, ou seja, a rua direita era a que terminava nas ribanceiras do Vale do Chá (mais tarde Anhangabaú). Com a necessidade de ligar esta rua ao pontilhão do outro lado do Vale (onde está o teatro municipal) foi projetado e construído o 1º viaduto do chá, fazendo a rua Barão de Itapetininga uma continuação da rua direita.

Mas não foi fácil, pois ao “término” da rua direta existia um palacete, o Solar dos Barões de Itapetininga, que viria a ser tornar o palacete do Barão de Tatuí. O contrato para construção do 1º viaduto do Chá foi assinado em 1885, e o sobradão do Barão de Tatuí e sua esposa (viúva do Barão de Itapetininga), se tornou em ferrenho obstáculo já que ele ficava na rua de São José (Líbero Badaró) exatamente na entrada do proposto viaduto. Era necessário a demolição para a construção da famosa ligação.

Eles se opuseram sistematicamente à desapropriação da casa e consequentemente sua demolição. Depois de uma intensa batalha judicial foram derrotados. Então finalmente, parte do sobrado de taipa veio abaixo em 1889.

Com isto a idéia da construção em 1877 e o início das obras em 1888, a demolição parcial do casarão do Barão de Tatuí em 1889 e finalmente a inauguração do viaduto em 1892 decorreram 15 anos.

Mas o pesadelo do Barão não terminaria por aí. No restante do terreno, junto da cabeceira do viaduto, Tatuí acabou por edificar um novo e elegante palacete pelo escritório de Ramos de Azevedo (c.1894-1896) que em razão das remodelações urbanas ocorridas na região do Vale do Anhangabaú, no alargamento da Rua Líbero Badaró e a construção da própria praça do Patriarca, teve que ser demolido em 1912. Mas se não fosse por isto em 1938, com o crescimento da cidade, o palacete seria demolido de qualquer jeito, pois o viaduto do Chá precisou ser reformado radicalmente. Um novo viaduto, duas vezes mais largo, construído em cimento armado deu lugar a velha ponte de ferro do Chá idealizado por Jules de Martin, o francês de alma paulistana.

Indiretamente e como ação complementar este e outros casarões acabaram por ser demolidos abrindo a oportunidade para o surgimento da Praça do Patriarca. A praça situada no histórico distrito da Sé, é uma das praças mais antigas da cidade. A sua denominação homenageia o “Patriarca da Independência”, José Bonifácio de Andrada e Silva.

Começou a ser construída por volta do ano de 1912 como mencionado com a demolição de antigos casarões localizados entre a Ruas São Bento e Líbero Badaró, na continuidade das Ruas Direita e da Quitanda, se tornando o bolsão de entrada ou saída do viaduto do Chá (antigo e novo).

Vale ressaltar que o nome de Praça Patriarca José Bonifácio, foi atribuído ao local em 1922 e posteriormente simplificado para Praça do Patriarca, homenageando aquele que foi considerado o Patriarca da Independência do Brasil. Antes da abertura da praça, o cruzamento das ruas Direita e São Bento e da rua São José (depois Líbero Badaró) era chamado pelos paulistanos de “Quatro Cantos” e era muito frequentado.

Mas a cidade fervia em mudanças e mesmo a nova praça passaria por mudanças durante o século 20.

Foi um terminal de ônibus e com grande circulação de veículos, chegou a ter sua parte central calçada e com uma grande Coluna Rostral (apelidado pelos paulistanos de “cabide”) e em 1938, com a conclusão do novo Viaduto do Chá, o espaço foi reconfigurado, incluindo a inauguração da Galeria subterrânea (Prestes Maia), que permitiu a ligação direta da praça com o Vale do Anhangabaú na ocasião um belo complexo estilo Boulevard.

Isto ocorreu na gestão do prefeito Prestes Maia(de 1938 a 1945) e a galeria tinha salas de exposição e serviços públicos. A entrada da galeria na praça provocou a remoção da Coluna Rostral e a construção de uma cobertura de concreto para proteger a entrada da galeria.

No entorno da Praça, construções históricas acompanhavam a igreja de Santo Antonio, como os edifícios Barão do Iguape, Palacete Lutétia, Palacetes Prates 2 (Automóvel Clube de SP) e o 3 (Grande Hotel de La Rotissiere Sportsman), o edifício que abrigou a Casa Fretin…

Nas transformações ocorridas no século passado, o palacete Barão de Iguape que foi a 2ª sede do Mappin, foi ao chão para construção da torre de mesmo nome, que durante anos foi a sede do Unibanco. Os palacetes Prates também foram demolidos para dar espaço as novas construções: O palacete 2, deu espaço para a Torre Conde Prates fazendo esquina com a Rua Líbero Badaró, o Hotel La Rotissiere foi demolido e no local construído o edifício Matarazzo, hoje sede da Prefeitura de São Paulo. O palacete Lutétia e o edifício da Casa Fretan resistiram até os dias de hoje, tal qual a igreja de Santo Antônio.

O monumento-escultura do Patriarca da Independência José Bonifácio foi criado em 1972 pelo destacado artista plástico brasileiro Alfredo Ceschiatti e desde então se encontra na praça, antes na parte central, hoje mais lateral na saída da Rua Direita.

Em 2000, o terminal de ônibus foi retirado e a praça completamente urbanizada tornando-se um calçadão de “cinco cantos” com esquinas para a Rua São Bento, Rua Direita, Rua Líbero Badaró (2) e Viaduto do Chá.

Mas foi a partir de 2002 que a praça foi repaginada, ganhando um pórtico monumental com o arco cobrindo a entrada da Galeria Prestes Maia, projetado pelo renomado e premiado arquiteto e urbanista brasileiro Paulo Mendes da Rocha.

A revitalização da praça foi uma iniciativa empresarial privada, denominada Associação Viva o Centro.

A cobertura central projetada mede 20 x 25m, pendurada em apenas quatro pontos centrais, gerando balanços em cada um de seus quatro lados. As chapas de aço utilizadas para o recobrimento são bastante delgadas: 3 e 4,5mm de espessura para a mesa superior, e 6mm para a mesa inferior, sujeita a maiores esforços de compressão. A solução de chassis interno com nervuras nos dois sentidos, transversal e longitudinal, garante a rigidez da delgada chapa de aço.

Para Paulo Mendes da Rocha, a solução apresentou-se de imediato: a necessidade de restauração do piso, ricamente desenhado em pedra portuguesa e a substituição da velha cobertura por esta outra nova.

A Praça do Patriarca é local de shows, protestos, cultura e acessada por 2 linhas de metrô em quatro estações (Sé, São Bento e Anhangabaú, República) e tem como vizinhos famosos o mosteiro de São Bento, a Catedral da Sé, o teatro Municipal, a Faculdade de Direito da USP. Sua existência só foi possível com a remodelação do Vale do Anhangabaú, da construção de dois viadutos do Chá e de suas várias remodelações para acompanhar o progresso da cidade. Dos Barões de Tatuí e de Itapetininga, até Paulo Mendes da Rocha, o tempo tratou de dar espaços diferenciados na dureza das transformações que a região central sofreu, notadamente no século 20 e claro presta uma homenagem a figura ilustre de nossa história.

Vejam o trabalho de Paulo Mendes da Rocha:


Praça do Patriarca, São Paulo, Brazil from Pedro Kok on Vimeo.



Bibliografia/Fontes:

  • AHM, Arquivo Histórico Municipal – Os Pais de Barros e a Imperial Cidade de São Paulo, Fevereiro 2008
  • Salles, Renato – Roteiro dos projetos de Paulo Mendes da Rocha em SP, SP24h – Fevereiro 2017 – São Paulo
  • Segawa, Hugo – Prelúdio da Metrópole, Atelie Editorial, 2000 – São Paulo
  • Segawa, Hugo – O Vale como obstáculo, Biblioteca Digital da USP, 2000 – São Paulo
  • Wiki Praça do Patriarca, Wiki Paulo Mendes da Rocha
  • Acervo Pessoal

Um aniversariante de 120 anos.

6

Seis de Novembro de 2012, o viaduto do chá, completou 120 anos, de grande espectador das transformações e do cotidiano da cidade de São Paulo.

Hipoteticamente, um cidadão bicentenário, que tivesse a obrigatoriedade de circular pelo viaduto do chá nestes anos todos, certamente teria como histórico a contemplação:

  • de grandes plantações de chá e verduras sendo irrigadas pelo rio Anhangabaú e até vacas de leite pelo local,
  • veria depois, a construção de vários sobrados todos iguais no vale do Anhangabaú,
  • veria a grande reforma do viaduto ainda de metal,
  • pagaria um pedágio para circular nele,
  • veria e andaria de bondes nele,
  • e depois contemplaria construção de um novo viaduto ao lado totalmente de concreto,
  • veria a canalização do rio anhangabaú ,
  • veria os belos jardins franceses que substituíram as grandes chácaras,
  • veria os grandes palacetes europeus sendo demolidos para construção de enormes edifícios de vidro, acompanhando então a transição de cidade de estilo europeu para uma cidade contemporânea do novo mundo,
  • veria a substituição destes jardins pelas grandes avenidas de ligação norte-sul da cidade,
  • veria os desfiles da comemoração do 4º centenário da cidade ,
  • veria os desfiles do Jogos Pan-americanos de 1963,
  • veria vários suicidas se jogando do viaduto para o fundo do vale,
  • veria desfiles militares e de carnaval ,
  • veria inúmeras obras para aterrar o fluxo viário,
  • veria vários protestos da população,
  • veria vários shows e comemorações,
  • veria algumas enchentes e acidentes,
  • veria o esvaziamento da região para outras áreas da cidade em crescimento,
  • veria o apogeu e queda das lojas Mappin,
  • veria a construção e inúmeras reformas do teatro Municipal,
  • veria a construção e inauguração do edifício Alexandre Mackenzie, que se tornaria sede brasileira da São Paulo Light & Power, que depois se tornaria apenas Light e viraria Eletropaulo, atualmente Shopping Light,
  • ouviria falar da linha de metrô que a Light construiria sob o viaduto em 1927,
  • veria várias apresentações de artistas populares,
  • veria vários grupos de hippies vendendo suas bugigangas em suas calçadas, nos anos 60/70
  • veria inúmeras sessões de filmagens e de peças publicitárias,
  • e muito mais…..

Com isto o viaduto do Chá é um testemunho da história e das transformações que a área central da cidade sofreu nestes 120 anos. Inaugurado no dia 6 de novembro de 1892, um dos principais cartões postais de São Paulo levou 30 meses para ser montado. O objetivo era construir uma passagem sobre o Morro do Chá, como era conhecida a área da chácara da baronesa de Tatuí onde existia essas plantações, e foi uma proposta do litógrafo Jules Martin.

Antes da construção do viaduto, para ir da hoje Rua Líbero Badaró para a hoje praça Ramos de Azevedo (Teatro Municipa)l era preciso descer uma encosta, atravessar uma tal de ponte do Lorena sobre o rio Anhangabaú e subir a Ladeira do Paredão, atual Rua Xavier de Toledo.

Na rua Líbero Badaró existia a chácara e a casa da Baronesa de Tatuí, que se opunha ferozmente à construção do viaduto. Onde hoje se encontra o Teatro Municipal era uma serraria do alemão Gustavo Sydow fazendo vizinhança com a chácara do Barão de Itapetininga, margeada pelas ruas Formosa, 24 de maio e D. José de Barros.

O panorama do vale sob o viaduto próximo a data de inauguração, mostrando as chácaras de chá e verduras. No lado esquerdo as terras do Barão de Tatui e as da direita o inicio das terras do Barão de Itapetininga (e depois da Baronesa de Itú)

No dia de sua inauguração, vários pessoas se aglomeravam no centro de São Paulo, ansiosos para assistir à grande inauguração do Viaduto do Chá. Com as ruas laterais enfeitadas de flores, bandeiras e uma iluminação especial, o Presidente do Estado como era a hierarquia política na época, Bernardino de Campos, juntou-se a população e aos funcionários da administração paulistana, a outras autoridades, e do clero para cortar a fita verde e amarela e triunfalmente atravessar o viaduto.

Ilustração da inauguração do primeiro viaduto em 1892.

No dia seguinte a inauguração, conforme acertado, passou-se a cobrar três vinténs (60 réis) para a passagem de cada pedestre. O pedágio tinha validade por quatro anos, quando sob protestos da população, uma decisão da Câmara Municipal pagou à construtora um alto valor para cessar a cobrança.

O bucólico cenário em 1895, na esquina do viaduto com a atual rua Cel. Xavier de Toledo, onde hoje se localiza do shopping Light.

A história do viaduto inicia-se com o francês Jules Martin, morador da capital, que teve a ideia de construir uma ligação direta entre a Rua Direita e a Rua Barão de Itapetininga por sobre o vale do Anhangabaú . Na vitrine de um ateliê, na Rua da Constituição, os paulistanos tomaram contato com o primeiro projeto do Viaduto do Chá. A ideia agradou tanto que em 1877 mereceu uma notícia na Província de S. Paulo (atual O Estado de São Paulo).

“Está nas vidraças do Sr. Jules Martin um belo quadro representando o que pode ser o viaduto de que por vezes se tem falado entre nós como o meio plausível de ligar a rua Direita, isto é, o centro da cidade, ao novo bairro do morro do Chá”, dizia o artigo do jornal

O projeto apresentado por ele em 1877 aos órgãos municipais, teve boa recepção entre a população, mas sofreu grande oposição do Barão de Tatuí, pois sua família morava num grande sobrado na atual rua Líbero Badaró, bem na entrada do Viaduto do Chá (onde hoje está a Praça do Patriarca e o Edifício Conde Prates). A questão foi levada a juízo, e a conclusão foi pela desapropriação do imóvel, para poder viabilizar a obra. O barão resistiu e disse que não saíria do local. Os moradores que queriam a obra, cansados de esperar o desfecho da situação, se armaram de picaretas e outras ferramentas e destruíram uma das paredes do sobrado do barão. Então ele se mudou e as obras finalmente prosseguiram.

Martin organizou uma empresa, a “Companhia Paulista do Viaducto do Chá” para a execução da obra e encomendou da Alemanha a armação metálica do viaduto. O viaduto tinha 240 metros de comprimento, dos quais 180 eram a estrutura metálica importada, além de 14 metros de largura. As obras começaram em 1888, e a polêmica demolição da casa do barão de Tatui aconteceu em 1889.

Entre a inauguração e esboço original do projeto, passaram-se 15 anos. O nome “Viaducto do Chá” foi dado em função da grande plantação de chá da Índia que havia em todo o Vale sobre o qual foi construído o viaduto, ou porque havia a presença de mascates que vendiam chá na região antes mesmo do viaduto ser idealizado.

O viaduto em 1926, com os belos jardins no vale que substituíram as chácaras. Nesta ocasião o viaduto já tinha pesado tráfego de bondes e pessoas, o que motivou a construção de uma nova estrutura.

Junto com o viaduto veio também a construção de portões e guaritas de madeira em suas duas extremidades, onde então era cobrado polêmico pedágio de três vinténs pela passagem pela empresa responsável pelo viaduto. Por conta disto o viaduto ganhou também o apelido ‘viaduto de três vinténs’. Certamente este pedágio logo se tornou alvo de críticas e protestos e foi revogado pela Prefeitura após os acordos da Câmara Municipal.

Imagens da primeira reforma do viaduto para reforço estrutural, para permitir a circulação de bondes. No detalhe algumas moradias de trabalhadores cercando o vale de plantações ((Foto: Acervo Fundação Energia e Saneamento).

Mas o crescimento da cidade e a grande circulação de pessoas e veículos fizeram a estrutura de metal do Viaduto a sentir os efeitos das pesadas cargas, e iniciou-se um debate para uma possível reforma de reforço.

A solução foi acordada em 1938 e consistia em construir uma nova estrutura no lugar da anterior, duas vezes mais larga e de cimento armado. As obras começaram no mesmo ano, e diferentemente do ato da inauguração, a demolição da antiga estrutura para dar lugar à nova não teve nenhum evento festivo de grande concentração de pessoas e autoridades, ou seja sem nenhum holofote de destaque.

Detalhe da construção do novo viaduto em cimento armado (anos 30).

Num raro momento, os dois viadutos juntos: no lado esquerdo o novo viaduto de concreto armado e na direita o antigo viaduto prestes a ser demolido. Ao fundo e a direita a construção do Edifício Matarazzo, hoje sede da Prefeitura Municipal. E ao fundo a esquerda o palacete Conde Prates, demolido depois para a construção do edifício contemporâneo de mesmo nome.

O anuncio do Estadão sobre a entrega do novo viaduto do chá em 1938.

Uma cena de 1948, o viaduto, sobre as avenidas do vale do Anhangabaú e o Edifício Alexandre Mackenzie totalmente concluído.

Atualmente, o viaduto serve de ligação às ruas Barão de Itapetininga e Direita, ou entre as Praças Ramos de Azevedo e a Praça do Patriarca, por onde passam diversas linhas de ônibus, além de milhares de pedestres diariamente. Por estar em sua margen a atual sede da Prefeitura (O Edifício Matarazzo) é comum a ocorrência de manifestações e protestos das mais variadas motivações.

Tumulo de Jules Martin, o projetista do viaduto do chá, no cemitério-museu da Consolação.

Além de tudo que acontece na região, com o viaduto sendo o protagonista central, dos 27 endereços paulistanos mais requisitados para filmes, novelas e comerciais, 15 ficam nos distritos Sé e República.

E certamente o Viaduto do Chá é o primeiro deles, empatado com a vibrante Avenida Paulista. Em segundo lugar nada mais, nada menos, que o próprio Vale do Anhangabaú, logo abaixo do viaduto, vindo em terceiro não distante dali a Praça da Sé.

O viaduto e parte do Vale do Anhangabaú, num belo ensaio de Carlos Augusto Magalhães em 2008.

Aos 120 anos, o primeiro viaduto de São Paulo, continua sendo além de um dos pontos turísticos mais requisitados, um local vibrante e partícipe de grandes histórias.

O Viaduto do Chá e o Vale do Anhangabaú em 2010: fluxo viário subterrâneo, e a volta dos jardins e espaços para eventos. O viaduto é o camarote de contemplação de tudo isto.(Foto: Miguel Schincariol)

Parabéns pelo aniversário……


VEJA O SLIDESHOW CRONOLÓGICO


Você também vai gostar de:

Go to Top