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1936: Como o mundo vai acabar ?

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Pelos mais variados motivos, ao longo de muito tempo, pessoas acreditam e cultuam o fim dos tempos, o fim do mundo, o apocalipse, etc…

Em 1936, uma tradicional revista, a “Popular Science” contribuiu para alimentar este culto, esta possibilidade. Com a chamada “How will the world end” a reportagem explora com uma boa e técnica linguagem a vulnerabilidade de nosso planeta frente a um “inesperado” evento astronômico catastrófico.

Dizia a matéria:

“Por muitos milhões de anos, nosso planeta transitou em seu sol num tempo tão preciso cuja variação ocorre em apenas uma fração de segundo a cada século. Nosso planeta é sempre “on-time” por todas suas idas e voltas.

Contudo, é bem possível que esta regularidade pacífica possa algum dia ser interrompida por um evento imprevisto que, se ocorrer, provavelmente trará a maior e talvez o final da humanidade, uma catástrofe!

Por meio de experimentos simples, você pode estudar as possíveis maneiras pelas quais a morte do nosso planeta pode vir e mostrar as forças que podem, algum dia, destruir implacavelmente o mundo desamparado. Estranhamente, o caminho que oferece a maior ameaça à terra é exatamente a maneira pela qual a própria Terra surgiu!

Agora, geralmente acredita-se que o material que mais tarde se condensou nos planetas do nosso sistema solar foi desenhado pelo sol em enormes marés de labaredas( e gases), levantadas pela passagem próxima de um outro sol, um sol vagante pelo espaço. Esta passagem pode ter provocado uma colisão, por grandes labaredas de matéria incandescente, de milhões de milhas de comprimento, que foram expelidas para fora de nosso sol. Mais tarde, quando o invasor recuou, o duelo das forças gravitacionais diminuiu e as labaredas em tornos dos sois provocaram uma queda na guerra titânica entre os sois.

Gradualmente, através da condensação e uma captura de pequenas massas por outras grandes, os planetas do nosso sistema solar foram sendo formados com a ajuda das forças e da energia do nosso sol.

De toda esta prole de planetas, um, pelo menos, produziu condições que trouxeram a vida como a conhecemos. O que aconteceu com o outro sol e os seus materiais planetários, nós não sabemos. Ainda pode ser visível através de telescópios poderosos, uma vez que como uma dessas estrelas distantes, com uma variação perceptível ao vermelho observadas pelo espectroscópio nos diz que estão recuando firmemente muito além de nossos cenários solares próximos.

Não temos nenhum meio de saber onde procurar esse outro sol, pois não sabemos em que direção nos deixou. E esse é exatamente o estado de incerteza em relação a uma possível invasão da nossa paz por outro sol errante.

Não sabemos qual é a maneira de procurar a sua possível aproximação. Qualquer um desses objetos distantes que nossos espectroscópios dizem que estão chegando, pelos nossos recursos podem continuar vindo para sempre! Nós não temos como saber.

Alguns astrônomos nos dizem que as abordagens próximas e as passagens de outros sóis são muito raras. Outros pensam que são mais frequentes. Mas uma coisa é certa: o que aconteceu, pode acontecer de novo e se outra estrela que se descubra vindo em nossa direção, estaríamos com enormes problemas, como a Terra nunca conheceu em todo o incontável tempo de sua existência.

Nosso primeiro aviso pode vir quando algum observador ​​percebe que um ponto particular de luz mostra um brilho cada vez maior. Então, como o brilho deste sol que se aproxima continua a crescer, seu caminho se tornaria o principal assunto de estudo para todos os astrônomos da Terra.

Eles teriam muito tempo para traçar seu curso, pois, mesmo com as enormes velocidades com que as estrelas viajam, exigiria muitos anos, talvez séculos, para que o destruidor se aproximasse o suficiente para influenciar os movimentos do nosso sistema solar.

As primeiras “perturbações” causadas pela atração do campo do invasor, naturalmente, afetaria nossos planetas mais externos. Plutão e Netuno, desde que cruzassem suas órbitas, que sofreriam pelo trajeto deste sol que se aproxima.

Se assim for, esses planetas logo se perturbariam, movimentando-se mais devagar; eles não cumpririam mais o cronograma que os astrônomos determinaram laboriosamente de seus movimentos orbitais.

E então, à medida que a influência do visitante sobre o nosso sistema crescesse de forma constante e implacável, deveríamos observar que nossos maiores planetas, Saturno e Júpiter, não poderiam fugir das perturbações.

Nesse momento, boletins diários e horários dos observatórios mundiais seriam notícias da primeira página em todo o mundo. Como a perturbação da família do nosso sistema solar e portanto, da Terra, tornou-se cada vez mais inevitável, devemos ver mudanças surpreendentes na civilização.

E então os astrônomos achariam que nosso vizinho Marte e a própria Terra estariam obedecendo a atração da estrela invasora tanto quanto a de seu próprio sol. A inclinação do nosso eixo polar pode mudar, tornando a navegação pelo sol e as estrelas incertas, perigosa, ou totalmente impossível. Nada, de fato, permaneceria normal, exceto a rotação da terra em seu eixo.

O clima do mundo inteiro se tornaria ferozmente tórrido, devido aos raios quentes de dois sóis em vez de um. Em uma chama de luz solar contínua e implacável, mesmo a noite e o dia podem deixar de existir. E, finalmente, as grandes marés de labaredas e gases dos dois sois ferozmente contundentes vaporizariam todos os planetas, incluindo os nossos, à medida que a água desapareceria em num cenário de fornalha extremamente quente.

Mas isso aconteceria a um mundo já desprovido de vida, pois, muito antes do cataclismo final, deveríamos ter perdido a consciência na atmosfera escaldante, e campos, córregos e mares teriam secado e desaparecido, vaporizados!

O tamanho das labaredas e vento solar que seriam expelidas por ambos os sóis, seriam inimagináveis. Parece cintilante e pequeno numa fotografia, mas é mais de um quarto de milhão de milhas de altura, mais do dobro da distância da nossa terra à lua!

É bastante concebível que uma aproximação do visitante seja o suficiente para vaporizar a nossa terra, pois deve-se lembrar que todos os nossos planetas foram formados a partir de injeções de matéria, e que Plutão, o mais distante, está agora 4.650.000.000 milhas de nosso sol presente.

Tal como, para esta possibilidade de catástrofe mundial, agora vamos investigar brevemente uma outra maneira em que o fim da nossa terra pode acontecer.

Neste caso, o destruidor não seria um intruso do exterior, mas um membro da própria família do sol – uma das várias centenas de planetas menores, ou “planetóides”, a maioria dos quais gira em torno do sol nas órbitas entre os caminhos de Marte e Júpiter. O que eles fazem, mas não todos, é conhecido pelos astrônomos há muito tempo, e foi surpreendentemente provado nos últimos meses.

Na verdade, apenas alguns meses atrás, um desses planetóides atravessou o caminho da terra, apenas a 1.500.000 milhas, um mero nada, considerando o que são as medidas astronômicas.

A aproximação desse planetoide não descoberto e desconhecido não foi detectada, porque veio da direção do sol irradiante. Apenas depois que alterou sua órbita é que foi descoberto e seu caminho traçado por astrônomos.

É a aproximação que a trajetória desse planetoide selvagem faz para a órbita da Terra que obrigam os astrônomos especulem um pouco ansiosamente sobre as viagens de retorno esperadas no futuro. O plano de sua órbita se inclina a apenas cerca um grau e meio para em relação ao plano da órbita terrestre, que atravessa duas vezes em cada revolução (ida e volta).

O “ano” do planetóide ou o período de sua revolução ao redor do sol, é igual a duas vezes e meia dos nossos anos. Onde a Terra estará no seu curso no momento do próximo retorno do planetoide errático? E o próximo, e o próximo?

Em sua última passagem em fevereiro passado, a Terra e o planetoide eram um pouco como dois automóveis – um dirigindo-se a um estacionamento, portanto lentamente e o outro atravessando uma ponte sobre este estacionamento, portanto rapidamente.

Os astrônomos agora estão se perguntando se, em alguma trajetória bem sucedida em toda a órbita terrestre, a passagem segura pode se tornar um cruzamento perigoso!

Se isso acontecer, e os dois planetas chegam lá juntos, talvez não haja ninguém na Terra para contar a história. No mínimo, haveria destruição grandiosa em alguma parte do mundo!

O modelo, feito de fio rígido e fotografado em duas posições, mostra quão leve uma mudança nas inclinações das duas órbitas pode preparar o cenário para a maior catástrofe da Terra.

É mesmo concebível que a recente passagem próxima do planetoide acima da Terra já o tenha desviado para mais perto do plano da órbita terrestre. O experimento ilustrado acima, com um ímã e uma esfera, mostra como essa deflexão pode ser causada pela forte atração da Terra ao planetoide muito menor.

Que grandes meteoros, ou, possivelmente, planetóides, que atingiram a Terra no passado, são revelados pelas enormes crateras que ficaram em alguns pontos da superfície terrestre. O exemplo mais conhecido é no Arizona, e foi produzido em um momento desconhecido no passado. Outra colisão, causada por um meteoro gigante ou um pequeno asteroide, ocorreu na Sibéria. O impacto aparentemente vaporizou o projétil por conta da grande explosão, que ampliou e queimou uma floresta de grandes árvores por uma distância de cinquenta milhas em todas as direções!

Embora as chances sejam extremamente pequenas, o retorno do planetóide coincidindo exatamente com a presença da Terra em um dos pontos onde seu caminho cruza o nosso, devem ter suas atividades futuras monitoradas.

Sua trajetória não conhecida nos faz questionar quantos mais do seu tipo estão por aí trafegando por todo o sistema solar. Mesmo agora, podemos realmente estar nos aproximando de outro cruzamento perigoso! “

Esta era então a visão destes aspectos astronômicos que poderiam resultar no fim do mundo naquela primeira década do século 20. É claro que se olharmos os dias atuais, há muito mais tecnologia do que telescópios tradicionais e espectroscópios para descobrir e analisar estes fatos, embora a própria NASA se surpreende com asteroides e/ou planetóides que aparecem sem terem sido descobertos por exemplo a tempo de alguma ação global.


Se o autor da Popular Science, Gaylard Johnson, pudesse ter este vídeo em mãos em sua época, certamente se encantaria em ver suas considerações no artigo se materializarem com elevado nível de precisão.


Temos disponíveis vários registros publicamente mostrando quedas e passagens de objetos em nosso campo de visão, além de outros fenômenos amplamente documentados por amadores e profissionais, principalmente nas redes sociais e nas Hosting Clouds, e este fato relatado em 1936, embora não único ajuda a reacender polemicas sobre um mesmo corpo cósmico conhecido como Planeta X, Nibiru, Hercólubus ou Red Kachina, ou do fato de nosso Sol ter uma irmã (sistema Nêmesis, anã marrom ou vermelha) que o coloca num sistema binário.

A teoria da existência do sistema Nêmesis, uma anã marrom ou vermelha com Nibiru em sua orbita, é presumidamente a ideia que foi retratada em 1936 pela Popular Science e que tem sido alvo de polêmica entre muitos.

De um modo geral, esta matéria de 1936 desta conceituada publicação, se alinha perfeitamente com as teorias e observações que são feitas na atualidade e “reflete tanto lá como cá” um grande culto a teorias e suspeitas de como acabaremos, certamente num evento gigantesco, que pouco controle teremos….


Bibliografia/Matérias similares e relacionadas:


2012 – Ficção, conspiração ou uma realidade sórdida

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Longe de ser um cético, mas como profissional que ficou de plantão no último fim do mundo previsto (2000), tenho dedicado algum tempo neste assunto, e não consegui ainda “fechar” uma única opinião sobre 2012.

Entendo que os Maias parecem ter sinalizado para a data, que junto com outras profecias atestam que existirá eventos astronômicos de grande envergadura que causará na Terra todo tipo de caos e desordem.

Certamente sei que um dia no mundo sucumbirá, e há eventos em curso que provam isto, como a expansão do nosso Sol à estrela de maior grandeza, tornando-se uma gigante vermelha, e “engolindo boa parte dos planetas de nosso sistema, ou a colisão de nossa via láctea com Andrômeda, que estão em rota de colisão a uma velocidade de 480.000 km/h. Se houver gente no planeta verão por séculos um céu multicolorido com a galáxia Andrômeda sobre suas cabeças até que grande transformação ocorrerá…..veja em:

Choques de galaxias Via Lactea Vs Andromeda

Mas estes eventos não possuem data, dia e hora marcada pela concepção humana de marcar tempo, para ocorrer, pois nesta dimensão de evento, há previsões estatísticas e não precisão temporal.

O fato é que de alguma maneira o próprio homem “sente” a necessidade de acabar com o mundo e surgem sempre dados, imagens que devam obrigatoriamente ser interpretados a mercê de algo supremo, grandioso e marcante de alguma coisa. Esta natureza apocalíptica tem nos acompanhado desde os primórdios de nossa existência.

Esta natureza certamente também afetou os Maias e outros povos.

Dentro desta situação os Maias, criaram um calendário (Grande Contagem) mais preciso, mais complexo e muito mais holístico que o nosso, que previa vários acontecimentos que entretanto se passaram, como a chegada do homem branco – Hernan Cortez – a 8 de Novembro de 1519. Este calendário Maia prevê que algo de muito grave se passará no solstício de Inverno, 21 de Dezembro, de 2012. Tão grave será o acontecimento, que o mundo tal como o conhecemos  desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará, quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo.

Ora, sabe-se atualmente que nesta data durante o solstício a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseados em Einstein e em alguma informação astronômica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isto levará a tsunamis, vulcões, terremotos, etc. Veja:


O assunto ganha repercussões, gerando muitas ansiedades, medo, documentários apelativos, e conclusões ou não concluindo nada e deixando ao expectador suas conclusões. Dos Maias, já identificaram e interpretaram sinais de 2012 na Bíblia, em Nostradamus, I Ching, Merlin (da corte do Rei Arthur),  Sibyl (Profeta romano), na Astrologia, antigos apaches, que são implantações dos Illuminatis, Maçons,  e por aí vai.

Em termos astronômicos, somos um simples ponto num universo imensurável. Imaginar que temos qualquer relevância em termos espaciais ou temporais é antropocentrismo no seu pior – É um Geocentrismo temporal – continuamos a pensar que somos especiais no Universo, neste caso em termos de tempo. O mesmo se passa nestas previsões.

Junta se a esta situação, que entidades e pessoas de renome na ciência, quando se pronunciam, parecem querer mais confundir do que esclarecer, às vezes ridicularizando e não contribuindo em nada para uma linha de raciocínio mais lógico, mesmo que ele leve a uma percepção de dor e catástrofe.

A própria NASA, que é certamente a entidade que mais tem dados do espaço, há alguns anos dizia que tudo era fantasia, que o Sol manteria seu comportamento, que Nibiru é obra da imaginação criativa das pessoas, e que os Maias eram isso ou aquilo, etc, etc.

De passo a passo, começou a revelar intensa atividade solar que tende a aumentar indo pelo menos até 2013, e tem divulgado belíssimas imagens de captura de explosões.

O planeta se tornou mais violento, e faltam explicações de quem de direito, para esclarecer e não para dizer, que isto é assim mesmo, dando exemplos do que apreendemos na escola primária, como se os tempos, a tecnologia, e outras variáveis não mudassem.

Numa pesquisa pela net, achei o depoimento de 2 cientistas a respeito de 2012 ou o que não vai acontecer, e uma reportagem de 2009 do portal Terra sobre os mitos 2012 .

Vale a pena dar uma olhada com critério:

Dr. Neil deGrasse Tyson (Ph.D. pela Universidade de Colúmbia)
Don Yeomans, cientista da NASA, caçador de astereróides perigosos: 
“Cientistas derrubam seis mitos sobre o fim do mundo”

O primeiro cientista, parece zombar da plateia e do entrevistador, não procurando dar uma voz mais séria de ciência no assunto; O segundo faz uma abordagem bem mais técnica, mas segue um script de cientista quando  tenta justificar os milhares de casos de aparições estranhas sobre os céus do planeta, por exemplo.

Mas o tempo vai passando, as pessoas e as teorias vão se ampliando, e alguns fatos vão surgindo pelas mãos de terceiros, que são a posteriori confirmadas, como no caso do Planeta X ou Nibiru. Em 2010 um astrônomo  russo Leonid Elenin, descobriu um cometa que acabou por receber seu nome e a designação científica C2010 X1. Nada de mais não, afinal descobrir cometas não é algo tão estrondoso!

Ocorre que curiosamente, este cometa, tem uma orbita muito próxima daquela “desenhada” para o Planeta X ou planeta Nibiru, apontado como um dos elementos do “fim dos tempos” em 2012

A própria NASA está fazendo o rastreamento deste cometa e poderão ainda ver nos vídeos abaixo alguma relação com da circulação deste cometa nas orbitas baixas do sistema solar com as recentes catástrofes na Terra:

Note a trajetória deste cometa no segundo vídeo e seus alinhamentos X datas, e a “associação” com algumas catástrofes (Chile, Japão, etc….)

Os eventos “estranhos” não param por aí. Olhem o que aconteceu e foi capturado nos céus da Austrália nos vídeos abaixo:




O período de filmagem destes vídeos é de Março de 2011, quando ocorreu o terremoto e os tsumanis no Japão.

Portanto as tempestades solares negadas há algum tempo, agora são reais:

http://science.nasa.gov/science-news/science-at-nasa/2011/22jun_swef2011/

O Planeta X ou Nibiru, agora é real e travestido de Cometa com o nome Elenin. Nesta altura já estou torcendo para não se confirmar mais nada, e os Maias que me perdoem, mas eles poderiam ser mais explícitos quanto ao final de seu calendário da grande contagem.

Mas,  concluindo, é  real para mim, que nosso planeta está muito “nervoso” (http://painelglobal.com.br/), e  que associado a outras catástrofes naturais (elevação dos oceanos por ex.) e outros tipos de catástrofes, a percepção que tenho, que é o mundo está acabando mesmo, mas só que em “prestações”…..

LINKS de buscas associados:

Cometa Elenin

NASA – Nibiru

Eventos de Tempo Espacial Severo

NASA – Elenin

2012

Elenin – Nibiru

Fim do mundo previsto pelos maias é um erro de interpretação

Profecia de 2012 será sobre crise de consciência

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