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Como o Stargate inspirou um culto de seguidores…

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A saga explora muito bem sobre a construção da pirâmides e os deuses egípcios (todos extraterrestres), além de navegar por todos os mitos e lendas da humanidade dando a eles um tratamento igual sobre suas origens.

É clássico de ficção científica há 23 anos. Existem relatórios que mostram o crescimento da franquia e da base de fans, apesar de já não ser produzido qualquer capítulo da série desde 2011. Uma possível trilogia anunciada deixou o mundo da SciFi em euforia.
Com um rico roteiro envolvendo a civilização egípcia, maia e todas as lendas e mitos da civilização humana associada a presença de alienígenas e a uma raça de “Antigos”, tem como sustentação o uso de abstrações e teorias da física como “wormholes” e viagem no tempo através do uso de um objeto encontrado no Egito no início do século 20, o famoso anel de transporte “Stargate”.

Tudo começou com a estreia do filme em Outubro de 1994, e a partir dai surgiram as inspirações para três seriados na TV, Stargate SG-1, Stargate Atlantis e Stargate Universe, que somadas somam 17 temporadas, aproximadamente 15 anos) sendo que sòmente a Stargate SG-1 detém o recorde da mais longa série de TV sci-fi nos Estados Unidos e Canada, parceiros na produção dos seriados. Tornou-se um cult que ainda teve mais dois filmes (A arca da Verdade e Continuum).

Um dos primeiros games da saga

Seguiu-se a este cenário o surgimento de livros, jogos, video games, desenhos animados, palestras, encontros entre o elenco e o público, participações em eventos nerds, Comic-Con, etc., todos atrelados na trama principal. Os Internautas então fizeram o crescimento do público sobre o seriados, dando aos fãs uma maneira de compartilhar sua paixão e espalhar a palavra. Com elenco de primeira liderados por Richard Dean Anderson (ex MacGyver), que chegou até a ser produtor de parte da série, o público de fanáticos se mantêm ativo, não tanto no Brasil, mas em vários países.

O filme que deu início a tudo tem sua estrada iniciada em 1928 em Guizé, Egito, onde uma tumba gigantesca é descoberta. Dentro se encontra um grande anel metálico e um amuleto com inscrições e o símbolo do deus Rá que a filha do arqueólogo-chefe, Catherine Langford, pega para si.

Seguiu-se a este cenário o surgimento de livros, jogos, video games, desenhos animados, palestras, encontros entre o elenco e o público, participações em eventos nerds, Comic-Con, etc., todos atrelados na trama principal. Os Internautas então fizeram o crescimento do público sobre o seriados, dando aos fãs uma maneira de compartilhar sua paixão e espalhar a palavra. Com elenco de primeira liderados por Richard Dean Anderson (ex MacGyver), que chegou até a ser produtor de parte da série, o público de fanáticos se mantêm ativo, não tanto no Brasil, mas em vários países.

O filme que deu início a tudo tem sua estrada iniciada em 1928 em Guizé, Egito, onde uma tumba gigantesca é descoberta. Dentro se encontra um grande anel metálico e um amuleto com inscrições e o símbolo do deus Rá que a filha do arqueólogo-chefe, Catherine Langford, pega para si.

Nos dias atuais, o egiptólogo Daniel Jackson participa de um simpósio, onde defende suas teorias sobre a Grande Pirâmide de Gizé, de que a mesma não poderia ter sido construída na Quarta dinastia dos faraós egípcios, que é a versão aceita oficialmente. Ridicularizado e posto de lado pelos seus colegas cientistas, e deixado para trás no meio de sua apresentação, ele se retira desconsolado, até que, Catherine Langford agora adulta e estudiosa da herança de seu pai, o convida a participar das traduções de antigos hieroglifos para a Força Aérea dos Estados Unidos.

O grande anel encontrado no Egito dentro da montanha Cheyenne estabelecendo conexões com distantes planetas. O uso e o entendimento dele só foi possível com a tradução feita pelo egiptólogo Daniel Jackson.

Jackson é trazido para uma instalação militar no Colorado (montanha Cheyenne), para tratar do que um coronel aposentado, Jonathan “Jack” O’Neill, revela serem informações secretas. Corrigindo a tradução já efetuada e inspecionando uma pedra encontrada no sítio arqueológico, Jackson conclui que os hieróglifos falavam de um “portal para as estrelas” (Stargate), com alguns símbolos similares a constelações servindo de coordenadas para viagens a um ponto no espaço.

Os militares então revelam a Jackson o “Stargate” em si, o portal metálico encontrado em Gizé. Pesquisadores conseguiram fazer o anel ser controlado por um complexo sistema de computadores, e após alinhar os símbolos do Stargate com as travas em seu exterior seguindo a sequência encontrada por Jackson, ativam um “buraco de minhoca” (wormhole) conectado com outro planeta a anos luz da Terra. O’Neill lidera uma missão de reconhecimento para a travessia, com Jackson, chegando em um planeta desértico (mais tarde batizado como Abydos) com uma gigantesca pirâmide, iguais as nossas e a partir daí Jackson tem a missão de descobrir a sequência de coordenadas para voltar para Terra.


Uma das chamadas da série Stargate SG1 elaborada pela MGM


Esta é a sequência de eventos para a filme e para as series de viagens interplanetárias, onde em cada ponto atingido há o desenvolvimento de alguma aventura, nem sempre encontrando civilizações ou sociedades amistosas.

A riqueza dos cenários, dos efeitos especiais, e das próprias histórias de cada aventura construíram um grande público, a ponto de ainda a MGM manter os sites oficiais das franquias e explorar seu “Shore Marketing”. Idealizada pelos produtores Brad Wright and Jonathan Glassner  da MGM, as séries tiveram também a contribuição da Força aérea dos Estados Unidos e estúdios no Canadá. 

Inúmeros sites, dentro e fora das redes sociais ainda contribuem para manter os fans da saga. Jogos criados com a temática surgem e ainda aumentam o cult.


Os dispositivos móveis também não escaparam de ter games com a temática da série. 


Logo após o filme que gerou as séries, um pinball foi lançado com a temática

Em 2014 um alvoroço tomou conta dos fans da saga com a notícia de que a Warner Bros  e a MGM iriam desenvolver uma nova trilogia baseada no filme de ficção científica de 1994. O co-roteirista e diretor do filme original, Roland Emmerich, iria dirigir essa nova trilogia, com a produção de Dean Devlin.

Mas mesmo sabendo que o Stargate de 1994 tenha arrecadado 200 milhões de dólares no mundo todo, o próprio Dean Devlin acabou recuando tempos depois e a empolgação dos fans foi substituída por uma grande frustação. Os fracassos épico do remake de ‘Ben-Hur‘  e da sequência de Independence Day fizeram os executivos de Hollywood perceberam que o público estava estafado com novas versões de clássicos. O processo foi arquivado e os fans vivem agora a esperança de que um dia possam reavê-los. Por enquanto alguns canais por assinatura como a MGM, SciFi, Fox costumam fazer a exibição.


A saga Stargate:



O fanatismo pela saga, fez até o Musée royal de Mariemont da Bélgica criar uma réplica em tamanho real do Stargate usando impressoras 3D. Veja acima.
 

Links relacionados:


O Sol é um grande Stargate ?!

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O tema é uma abordagem interessante e sustentada com grande demonstração por Nassim Haramein, um físico nascido na Suíça que dedicou toda a sua vida em pesquisas e pensamentos no campo da física quântica e teorias sobre o hiperespaço, espaço de uma maneira não muito convencional mas profundamente esclarecedora trazendo novas e corajosas discussões e revelações nesse campo e relacionando elas à nossa realidade, à nossa existência e ao conhecimento das civilizações antigas.

Exatamente por tratar de forma não convencional vários temas, é que ele é desconhecido ou ignorado pelos físicos e pela Física tradicional, sofrendo até desprezo e preconceito, pois é muito desconfortável para os tradicionais cientistas que escreveram vários livros, ganharam vários prêmios, e aí surge um físico com nome estranho Nassim Haramein que refuta muitas das teorias com muito embasamento e ainda amplia a discussão dos temas para “fora da caixinha” tradicional dos fatos de das abstrações que a ciência lida constantemente.

Ele também é o proponente do “próton Schwarzschild” – um modelo teórico do próton, onde dois buracos negros “órbita” um ao outro. Apesar de parecer impressionante, revelou-se totalmente inconsistente com a observação experimental, pois os tradicionais conhecedores de mecânica quântica básica, refutam, já que estas “órbitas” não se aplicam nas escalas mencionadas e propostas.

Ele também é um dos muitos físicos que afirmam ter descoberto o Santo Graal da física, a “Teoria do Campo Unificado”, tendo publicado para debate suas ideias a respeito.

Se por um lado, no meio tradicional e conservador ele causa esta confusão e até constrangimentos, ele é admirado por físicos menos famosos, por teóricos de conspiração, debatedores sobre OVNIs, crentes em Nibiru, de proponentes de alternativas energéticas, Teólogos da Nova Era, pesquisadores “religiosos”, produtores de ficção científica, etc.

Também é fundador do The Resonance Project Foundation, um site e uma fundação em que fomenta suas ideias e estudos com a Física Unificada, e do Hawaii Institute of Unified Physics, um outro local criado para a discussão do tema.

Por todas seus debates e trabalhos polêmicos e por pressão da própria comunidade, ele foi banido até da Wikipedia, mas nem por isto deixa de arrebanhar admiradores no mundo todo, tanto do meio técnico como de leigos.

Possui vários vídeos e palestras que faz mundo afora, disponíveis livremente, onde consegue associar todo seu conhecimento científico e relacioná-lo com as mais angustiantes dúvidas da civilização, de uma maneira muito didática e apoiado por extenso material disponível de grande credibilidade.

Uma destas apresentações está no vídeo abaixo onde usando material da NASA, dos Maias e egípcios, de conceitos nobres da física de “wormholes” (buraco de minhoca) ele demonstra a possibilidade do Sol ser um grande portal estelar, com frequente transito de objetos, mostrados em material de observação solar da NASA como fonte de alta credibilidade, provocando uma euforia nos colegas da área, em admiradores de SciFi (Série Stargate), egiptólogos e historiadores Maia. O vídeo é longo (44 minutos), mas tem o seu valor para todos que admiram um tratamento não ortodoxo de nossas angustiantes percepções do cosmo:

 Veja mais 46 palestras vibrantes de Nassim Haramein


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