Cartaz de promoção do lançamento do documentário.

Cartaz de promoção do lançamento do documentário.

Mais antigo grupo policial de elite do país, a Ronda Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), tem em sua história um conjunto de ações de heroísmo e de cumprimento do dever, que são dignos e de uma nobreza pelos serviços prestados a sociedade sem igual.

Mas nem tudo é fácil para uma organização deste porte. Num país de mídia alienada e tendenciosa as esquerdas, que considera ou interpreta exercício de autoridade como autoritarismo e truculência, e onde organizações de “direitos humanos” distorcem os valores juntamente com a visão e ação de políticos frouxos, a ROTA tem sido alvo de inescrupulosas tentativas para sua extinção. Infelizmente, nestes últimos anos, tentaram sem sucesso desmantelá-la, desmoralizá-la, mas por uma série de fatores não conseguiram.

Gozam de uma admiração sem precedentes da população, não só pelo heroísmo de suas investidas, mas por uma necessidade cada vez maior de combater ao crime, cujos seus praticantes conseguiram nestes últimos anos uma série de benefícios e regalias, fazendo com que suas condenações praticamente inexistam frente ao tamanho de seus delitos.

Diante deste cenário, composto pelo aumento implacável da criminalidade e a devida impunidade da bandidagem, a Polícia Militar e a própria ROTA colecionam em seus efetivos, oficiais que foram mortos ou executados, que como qualquer outro cidadão deixam suas famílias, amigos e a própria sociedade órfãos, por conta de suas ações de proteção as pessoas de bem.

Seus heróis que tombam, não recebem o destaque, consideração e reconhecimento merecido pela imprensa e governo no mesmo ou até maior espaço, que os bandidos menores de idade e marginais de toda ordem que se incluem como celebridade frente a sociedade porém mantém em sua existência uma extensa ficha criminal com atos que assolam, aterrorizam e maltratam a sociedade.

A ROTA, como organização de combate ao crime e a subversão da ordem, tem dentro de seus méritos ainda, prestado treinamentos, conhecimento e inteligência a vários grupos de elite Brasil afora, que utilizam seus métodos e seus recursos. Grupos estes que utilizam ou utilizaram suas instalações em São Paulo, um dos quais como por exemplo o Bope do Rio de Janeiro.

Este orgulho da sociedade de São Paulo, começa a ter agora sua história contada, não por pessoas estranhas ao meio com intensões e interesses dúbios, mas sim pelo seu próprio contingente de oficiais, da ativa e da reserva, por políticos que reconhecem as ações necessárias e bem feitas por este grupo de elite, e por admiradores, como por exemplo o cineasta Elias Jr. que de posse de vasto material da vida e das ações dos policiais está construindo um documentário sem precedentes, mostrando a mais pura realidade da história da ROTA através dos tempos, sem qualquer apelo fantasioso ou hollywoodiano. É a pura realidade, doa a quem doer….



Aliás Elias Junior já havia produzido seu primeiro longametragem pela sua produtora, a HDV Studio, o ROTA COMANDO, em 2009, tendo como lastro o livro do deputado Conte Lopes, Matar ou Morrer, que foi escrito em uma clara resposta ao Rota 66, obra que apresentava como enfoque principal apenas a violência da tropa, pelo jornalista Caco Barcellos.

Antonio Ferreira Pinto, ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo (2009-2012) aqui com o blogueiro, é um dos principais protagonistas do documentário. Para ele a imagem da Rota é a melhor possível entre a população, discordando portanto de que a Tropa de elite é uma polícia violenta. Como dito antes setores da impressa e de segmentos radicais dos direitos humanos é que contestam sobre suas ações.

Antonio Ferreira Pinto, ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo (2009-2012) aqui com o blogueiro, é um dos principais protagonistas do documentário. Para ele a imagem da Rota é a melhor possível entre a população, discordando portanto de que a Tropa de elite é uma polícia violenta. Como dito antes setores da impressa e de segmentos radicais dos direitos humanos é que contestam suas ações.

Pelas estimativas dos produtores oficialmente foram vendidas 11 mil cópias, contudo graças a uma das mazelas do país, a pirataria, camelôs e congêneres venderam 11 milhões, a ponto da mídia na ocasião noticiar que por esse processo informal e amplamente conhecido, o sucesso superou A Era do Gelo 3, afirma Elias Jr.

Com um de seus mais nobres temas de que “A ROTA trata cidadão como cidadão e bandido como bandido”, a ROTA tem mantido o seu rigor no combate ao crime organizado, que usa de todas as formas delituosas, inclusive com ataques terroristas, para fazer-se prevalecer num país que como sabemos se tornou um paraíso para toda espécie de bandidagem que possa existir. Este combate intenso, que vem desde os anos 70, faz com que muitos que no passado viveram a margem das leis, regras e do Establishment político que tínhamos e que hoje se infiltraram em toda a sociedade, vejam a ROTA e suas ações com desprezo galgando assim uma luta incessante contra sua existência ou sua predominância no quesito Garantir a Ordem.

O excelente documentário de Elias Junior mostra de maneira sintomática exatamente estas questões. Nesta sua primeira parte, cujo make-off foi agora em Julho, composto sua essência dos depoimentos de Oficiais da Ativa e da Reserva na seguinte composição:

• Coronel Nakaharada, um dos fundadores da Rota.
• Coronel Antônio Chiari — Comandante de Rota no episódio do massacre do Carandiru;
• Coronel Paulo Telhada — Ex-comandante de Rota;
• Coronel Salvador Madia — Ex-comandante de Rota;
• Coronel Mendonça — Ex-capitão de Rota,
• Coronel Savioli — Atual comandante do policiamento do Choque do Estado de São Paulo (Rota, COE, GATE, Canil, Choque e Cavalaria);
• Tenente Coronel Lucio Ricardo – Ex-oficial de Rota;
• Coronel Bezerra — Ex-oficial de Rota, chefe do serviço de inteligência da Rota;
• Tenente Coronel Walter — Comandante de Rota;
• Dr. Antônio Ferreira Pinto — Ex-secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo;
• Afanasio Jazadi — Jornalista e radialista;
• Conte Lopes — Ex-capitão de Rota;
• José Everardo Tenente coronel — Ex-oficial de Rota, pai da atriz Paolla Oliveira;
• Major Gonzalez — Ex-major de Rota
• Major Magalhães — Subcomandante de Rota;
• Gentil Carvalho — Capitão de Rota
• Cassio Araújo – Capitão de Rota;
• Dimas Mecca – Capitão de Rota;
• L.Takahashi – Capitão de Rota;
• Pedro Hiran – Tenente de Rota;
• Rafael Telhada – Tenente de Rota, filho do coronel Telhada;
• Hillen Santos – Tenente de Rota;
• Douglas Takaharashi – Tenente de Rota
• Valter Domaraski — Ex-policial de Rota, Sargento da Reserva;
• Everaldo Borges — Ex-policial de Rota, Sargento da Reserva, citado em todos os livros e biografias que fazem referência a Rota, inclusive nos livros ROTA 66 do Caco Barcelos e Cobras e Lagartos.
• Roberto Martinez – Ex-policial de Rota, citado em todos os livros e biografias que fazem referência a Rota, inclusive no Livro ROTA 66 do Caco Barcelos;
• Alberto Siqueira – Ex-policial de Rota, Sargento da Reserva.


Vídeo comemorativo do Aniversário de 121 anos do Batalhão Tobias de Aguiar ” ROTA”, lançado em 2013 por Elias Jr


Para Novembro próximo, está previsto o lançamento de Carandiru, que mostrará sobre o julgamento neste ano que condenou vários PMs pela morte de 111 presidiários em outubro de 1992. Pra o ano que vem está previsto a última parte, que retratará os dias atuais da Rota, como diz Elias Junior.


Video orientando detalhes da visita ao Batalhão da Rota, para conhecer sua história


Como complemento na visita ao quartel de Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), na Avenida Tiradentes, há também um túnel que já contou com quase três quilômetros de extensão, e ligava o quartel a outras unidades de segurança e à antiga penitenciária da Avenida Tiradentes

Hoje com apenas 100 metros, foi transformado em uma espécie de museu, com muitas fotos e cartazes, que contam a história do batalhão na cidade. O subterrâneo de terra batida e pouca luz possui um clima pesado e pouco arejado, com grandes teias de aranhas.

De acordo com o sargento Cristiano Bauer, em uma das passagens, ainda moram morcegos. Duas celas fechadas serviam como salas de reunião dos policiais. Os túneis, que também foram usados por soldados na Revolução de 1924, parecem guardar mistérios, que envolvem inclusive histórias da época do regime militar. O espaço só pode ser visitado as sextas feiras, mediante agendamento (tel.: 3327-7062).

A ROTA é um patrimônio e nosso orgulho, e devemos prestigiá-la sempre, e os novos filmes e documentários de Elias Junior realça isto para a sociedade paulista. Devemos lutar por sua plena existência, e de ações apesar da mídia, de políticos, e outras organizações que a atacam.

Os make-offs deste documentário, percorrem neste momento o interior do Estado de SP. Depois de sessões de apresentação no país ao longo do ano, Elias pretende lançar os documentários em DVD e criar estratégias para driblar a pirataria. O documentário está em formato DCP, cuja codificação só permite exibição em cinema digital. É aguardar….

Nossos parabéns a esta heróica tropa.


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rota

 

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