24º Ato: a vez de Gilmar…

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Depois de uma semana das manifestações sobre prisão em 2ª instância (em 09/11), o povo num gesto duplamente inédito voltou as ruas, para então pedir o impeachment do ministro do STF Gilmar Mendes.

Neste domingo, dia 17 de novembro, em várias cidades do país ocorreram manifestações favoráveis a abertura de processo de impedimento do ministro Gilmar Mendes, do STF.

Não por acaso a hashtag #BrasilContraGilmarMendes ficou durante a semana nos trending topics do twitter, sendo também um dos alavancadores para estas manifestações.

Mais assustador que o tamanho das manifestações foi o ineditismo do fato motivador, pois antes de Gilmar, nenhum integrante de uma corte suprema de qualquer país fora alvo de manifestações e pedidos semelhantes. Ganha portanto dimensões mundiais o fato.

Ele sabe disso. Tem motivos para desconfiar que a indignação tende a crescer e pode alcançar os que esperam na fila. Caso insista em imaginar que lida com um bando de robôs, pode tornar inevitável a façanha indesejada: será o primeiro titular absoluto do time da toga expulso de campo pela pressão da plateia.

Sumarizando, para desmerecer, Gilmar em entrevista à extrema imprensa na última quinta-feira, minimizou a mobilização e disse que os atos eram impulsionados por robôs. “Isso é um mundo das fake news, e essa onda foi causada por 1,7 mil perfis, portanto, são robôs que estão fazendo isso.”, afirmou. 

Certamente isto foi um tempero a mais para os manifestantes nas várias cidades, onde os manifestantes se identificavam como robôs para delírio da massa e do clima contra Gilmar.

Na Capital paulista, como nas demais cidades, os grupos se reuniram na Avenida Paulista cumprindo o ritual, vestidos de verde e amarelo e segurando bandeiras do Brasil e seus cartazes. Ainda inflaram um boneco com o rosto do ministro como guarda costas de Lula e Dirceu e gritavam a todo tempo palavras de ordem contra o magistrado, como “fora, Gilmar!”

Os movimentos e grupos que coordenaram as manifestações estão: Movimento Conservador; Movimento Amor pelo Brasil; Nas Ruas; Movimento Avança Brasil; Movimento Brasil Conservador; Direita São Paulo; Movimento Brasil Monarquista; São Paulo Conservador.

Se para para Gilmar, mais perturbador que o tamanho dos protestos é o ineditismo da palavra de ordem, fica claro para todo o país que já não há mais tolerância às ações e decisões tomadas neste período recente pelo STF e/ou seus ministros monocraticamente.

Mais um vez as imagens falarão por sí deste de mais este ato cívico e pioneiro.

Uma análise perfeita destas manifestações


Relembre também os outros atos cívicos: