É surpreendente como a mídia apoia o governo central. Dar uma estatística de apenas 65.000 nas manifestações de São Paulo, é mais que suspeito. Está claro com isto o apego destes canais em minimizar a revolta da população, cujo o aspecto da Tarifa é o menor dos problemas,  mas que no início os dirigentes (partidos de extrema esquerda) que apoiam o governo Federal, tentaram usar como estopim para suas intenções.

Reduzindo-se a atuação de baderneiros e anarquistas (a lá anos 60), e a extensão do diálogo aberto pelo Governo do Estado, e de suas Secretarias envolvidas,  e o estabelecimento de acordos, deu mais segurança a população de participar, e gritar em maior amplitude suas frustações, embora ainda haja infiltração de dementes no meio das questões sérias que se quer relatar.

A população vai as ruas com 1 milhão de pessoas em São Paulo, e a imprensa comprometida com o governo contabiliza apenas 65.000.

A população vai as ruas com 1 milhão de pessoas em São Paulo, e a imprensa comprometida com o governo contabiliza apenas 65.000.

As outras manifestações que correram Brasil afora, também foram subestimadas quanto ao número de participantes, quando quem dava a palavra final era a mídia alienada, ou órgão do governo local.

65.000 participantes tinham apenas no Largo da Batata e início da Av. Faria Lima. Outras concentrações gigantescas ocorreram na Luiz Carlos Berrini, na Av. Aguas Espraiadas, que teve seu nome trocado injustamente para Av. Roberto Marinho, por baba-ovos da Câmara Municipal e por uma prefeita famosa. Na Marginal Pinheiros outras concentrações menores davam um rosto de encontro com as outras concentrações que estavam a caminho da Ponte Estaiada, onde marcaram sua presença no mais novo marco turístico da cidade.

Enquanto a imprensa concentrava-se em mostrar estas concentrações na Zona Sul, algumas emissoras inclusive incentivando a irem no palácio dos Bandeirantes, ocorria na Av. Paulista o fenômeno Revellion, preenchendo-a quase por completo, dando a percepção de pelo menos 1 milhão de pessoas. E nossa querida mídia resolveu não contabilizar isto.

Aqueles que foram incentivados pelas TV a irem no palácio dos Bandeirantes, tentaram então invadir e saquear, revelando então uma curiosa frase popular: “separamos o joio do trigo”

No resto da cidade enormes grupos, congraçando com os Policiais Militares, seguiram o ritual de dar o recado, e como eles próprios dizem, não pelos 0,20 centavos mas sim contra esta onda degradante e desmoralizante que se abateu no país tão intensamente nestes últimos 12 anos.

Mas como sempre o perigo ronda grandes manifestações, e a dinâmica dos bens intencionados tem que prevalecer. Há ainda grande presença marxista no meio, que incentivam a estatização do transporte público e fazem a cabeça dos jovens, como tentaram nos anos da intentona comunista dos anos 60. A estes jovens peço consultar seus país e avós, e consultem também os livros de história da cidade, e verão que por conta de estatizar os transportes, nós perdemos a chance de ter metrô desde 1927, perdemos os Bondes, e a estatal chamada CMTC, ruiu que nem um paquiderme morrendo, por conta da quantidade de funcionários que injetaram lá, o que tornou insustentável. Ela chegou a ter 30 funcionários para cada um dos 6.000 ônibus que teve. O ápice de inchamento aconteceu numa administração petista.

Não entrem nessa de estatização. Quando se cobra isto, vocês estão vendendo a alma e transferindo para o governo, sua liberdade e direito de escolha. Estão dando seu poder ao Governo, que inchado de tantas “responsabilidades” fazem o que estamos vendo, usam o máquina pública para negociatas, corrupção, empregos para os amigos do poder, enfim quanto maior o poder dados por nós a eles, menos estão preocupados conosco e mais com eles. Governo tem obrigação sim de nos dar com o dinheiro dos impostos, Educação, Saúde e Segurança, e normatizar e fiscalizar  as outras atividades da sociedade. E mais nada. Reservem a vcs. o poder de escolher, exigir, ter liberdade de empreender sem ter medo de ser estatizado, invadido, etc…

Se desintoxiquem destas idéias marxistas, que irão promover de fato o nascimento de um país de 1º mundo. Evitem uma Republica Brazuela, e inspirem-se em outras grandes nações do mundo.

Bons protestos, mas não estraguem nossa cidade, nosso patrimônio, não permitam que o façam e não acreditem em idéias “revolucionárias gratuitas”.

Para muitos ainda prevalece o jargão de protestos e manifestações: “sabe-se como começa, mas nunca se sabe como acaba”, e cabe a todos desmitificar isto, e fazer acabar bem para toda a sociedade. Um descuido e pode nos colocar em anos de escravidão ideológica e vivermos cercados de vários muros de Berlim.

Para a grande população paulista, todos os que estão se expondo são nosso 1 milhão de 0,20 e temos certeza que vai aumentar, a despeito da imprensa parcial e ambígua que temos!


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